Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Ex-prefeito pode ser condenado a devolver mais de R$ 600 mil aos cofres públicos

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública contra o ex-prefeito de Brasília de Minas, Getúlio Andrade Braga, para que ele seja condenado a devolver aos cofres públicos recursos públicos federais desviados durante o exercício de seu mandato.
Brasília de Minas, situada no norte do Estado, tem uma população estimada em cerca de 31 mil habitantes. No ano de 2000, o ex-prefeito assinou com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) diversos convênios para a construção de sistemas de abastecimento de água em comunidades localizadas no interior do município.
Para a execução dos convênios, teriam sido contratadas as empresas Uno Construtora e Serviços Ltda e Construtora Rhumo Ltda. No entanto, as obras foram feitas, gratuitamente, pelos próprios moradores das comunidades. Segundo eles, o ex-prefeito teria anunciado a liberação da verba para implantação dos sistemas de abastecimento de água, condicionando-a, porém, à exigência de que a própria comunidade executasse os trabalhos.
O MPF afirma que, na verdade, as empresas supostamente contratadas jamais existiram de fato, tendo sido constituídas com o único objetivo de fraudar licitações e desviar verbas públicas. Os recursos encaminhados pela Funasa foram sacados, na “boca” do caixa, pelo ex-prefeito e pelo então tesoureiro municipal, Waldemir Mendes Gonçalves, também réu na ação. Não se sabe o destino dado ao dinheiro.
Se condenados, o ex-prefeito e o tesoureiro terão que devolver aos cofres públicos montante calculado em R$ 678.274,20 (valor atualizado monetariamente e acrescido de juros de mora desde a data dos fatos).



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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