Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Mentor e envolvidos na morte de feirante e latrocínio de taxista são condenados em Rio Pardo de Minas


A Justiça em Rio Pardo de Minas condenou nesta quarta-feira (19) dois homens, de 25 e 29 anos, e uma mulher, de 28, por envolvimento nas mortes do feirante Gersino da Silva Brito e do taxista José Antônio Chaves; o julgamento durou três dias.

Os crimes aconteceram em 2016, e após o registro das duas ocorrências, policiais civis de Janaúba e Rio Pardo de Minas cruzaram informações sobre os casos e descobriram que o principal responsável pelos crimes seria o eletricista Maílson Santos Dias, que foi condenado a 39 anos de prisão pelos crimes de latrocínio do taxista, pelo homicídio do feirante e por ocultação dos corpos.

O segundo homem envolvido nas mortes, Rubens Maciel, foi condenado a 36 anos de prisão pelo latrocínio do taxista, homicídio e ocultação de cadáver do feirante. Jaqueline Lemos teve pena de 13 anos por participação no homicídio e ocultação do corpo do feirante Gercino Silva.

Mailson e Jaqueline foram encaminhados para a Penitenciária de Rio Pardo de Minas, e Rubens foi levado para o Presídio Regional de Montes Claros. O G1 não conseguiu contato com as defesas dos condenados.

Entenda o caso
De acordo com o Ministério Público, nenhum dos envolvidos tinha passagem pela polícia e o crime contra o feirante teve motivo passional, uma vez que o Maílson gostava da esposa de Gersino Silva e queria vê-lo morto. Para cometer o crime, Maílson pagou o valor de R$ 3 mil a Rubens Maciel, que também contou com a ajuda da esposa, Jaqueline. Gersino da Silva foi assassinado com tiros na cabeça.

Para cometerem o crime, eles usaram o carro do taxista José Antônio Chaves para sequestrar o feirante. Após o assassinato, os criminosos também executaram a tiros o taxista. A ossada da vítima foi encontrada pela polícia após a prisão dos envolvidos.

Na época da identificação dos envolvidos, uma segunda mulher também chegou a ser presa, mas no decorrer do processo ela foi absolvida pela promotoria por falta de provas.

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