Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

AMAMS é convidada pelo TCE-MG a ajudar na melhoria do IDEB da região durante encontro com técnicos da educação


 
O TCE-MG em parceria com a Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene – AMAMS realizou nesta quinta-feira (05/10) o “Encontro Técnico: O papel do Tribunal de Contas no controle da educação”, onde estiveram presentes vários técnicos e gestores da educação nos municípios da área mineira da Sudene, além de prefeitos e outras autoridades. Na oportunidade a associação foi convocada pelo Tribunal de Contas de Minas Gerais a ajudar os municípios da região criarem estratégias para melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básico (IDEB), conforme proposta formulada pelo conselheiro José Alves Viana, corregedor geral do órgão, durante a abertura do Encontro Técnico. Ainda no evento, o TCE-MG comunicou que as escolas pública s estão sem água para abastecimento contarão com caixas d’água de forma emergencial, conforme acordo celebrado com o Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas (Idene).

A direção do TCE-MG tomou essa decisão depois de reunir-se com o Presidente da AMAMS e recebeu a informação que, junto com a falta de água e o transporte escolar, são os dois mais graves problemas enfrentados pelos municípios da área mineira da Sudene. Na abertura do evento, o conselheiro José Alves Viana explicou que o TCE-MG saiu do seu prédio para ajudar a melhorar a qualidade do ensino oferecido pelo estado. Por isso foi criado o projeto Na Ponta do Lápis, que teve como foco melhorar o IDEB, principalmente em regiões como a área mineira da Sudene, que tem indicadores baixos.

Ele lembra que o projeto Na Ponta do Lápis tem três eixos: formação, fiscalização e gestão. Viana salienta que existe necessidade de fiscalizar o dinheiro público, que tem de ser bem gasto. O conselheiro Convidou a AMAMS para ajudar da avaliação das escolas da região, para os indicadores do IDEB, e disse que dentro de dois a três anos serão fiscalizados pelo TCE-MG. O aplicativo Na Ponta do Lápis, segundo ele, é uma ferramenta para a população fiscalizar e denunciar as irregularidades e pediu que os Conselhos de Educação tenham mais participação na busca de solução.

O presidente da AMAMS, José Reis frisou que os municípios tem aplicado mais 7%, além dos 25% obrigatórios, determinado na lei para a área de educação e que o aplicativo Na Ponta do Lápis é uma excelente ferramenta para fiscalizar a área. Ele pediu ajuda do Tribunal de Contas de Minas Gerais, Tribunal de Contas da União e Ministério Público para convencer o Governo Federal a repassar os resíduos do FUNDEF para o Norte de Minas, que implicaria em aplicação de R$ 1 bilhão. Na sua concepção, a retenção desse dinheiro prejudicou os municípios de toda a região. Outro aspecto observado pelo presidente é que a merenda escolar se torna fundamental nos municípios, por causa da pobreza da população, pois muitos alunos vão as escolas por conta da alimentação oferecida. Porém lembra que a despesa com a merenda não pode ser computada nos 25% que são utilizados pela educação. A mesma coisa ocorre com a alimentação dos cursos de capacitação dos professores.

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