Varzelândia zera filas de ultrassonografia e tomografia e amplia acesso a exames na rede pública

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Gestão do prefeito Amâncio Oliva anuncia atendimento de mais 55 pacientes nesta semana e destaca marca de 11.644 radiografias realizadas em apenas oito meses A saúde pública de Varzelândia segue apresentando resultados importantes na ampliação do acesso da população a exames e diagnósticos. A Prefeitura, por meio da Administração Do Povo Para o Povo, comandada pelo prefeito Amâncio Oliva, intensificou os atendimentos e anuncia agora uma conquista significativa: a fila de espera por exames de ultrassonografia será zerada. Nesta semana, mais 55 pacientes serão atendidos com ultrassonografias. Com a realização desses procedimentos, o município informa que conseguirá atender toda a demanda que estava aguardando pelo serviço. O resultado se soma a outro avanço relevante alcançado pela gestão: a fila de espera para tomografias também já foi zerada, proporcionando maior agilidade na investigação de problemas de saúde e permitindo que pacientes tenham acesso mais rápido aos diagnósticos necess...

Janaúba: Recém-nascida é achada morta com sinais de violência dentro da bolsa da mãe

Namorado e suposta secretária da
paciente saíram antes da chegada da PM
(R7) Uma jovem de 22 anos será investigada pela Polícia Civil por suspeita de matar a própria filha recém-nascida, em Janaúba, no norte de Minas, na última quinta-feira (16). De acordo com a Polícia Militar, ela procurou o Hospital Fundajan alegando que tinha sofrido um aborto espontâneo aos cinco meses de gestação. No entanto, os médicos e enfermeiros suspeitaram da versão e conseguiram encontrar o corpo do bebê na bolsa da paciente.
Os profissionais acionaram a corporação e contaram que a mulher chegou à instituição através do serviço de urgência do Samu ainda com a placenta e contou que o suposto aborto havia acontecido na casa do namorado. No entanto, a garota não sabia dizer onde estava o corpo da criança e ainda se recusava a se separar de uma bolsa de couro, chegando a utilizar o objeto como encosto de cabeça no leito em que estava deitada.
Testemunhas relataram que uma secretária que acompanhava a jovem tinha visto o recém-nascido e os médicos conseguiram convencer a paciente a entregar a bolsa. Lá dentro, acharam o corpo do bebê, que pesava 2,815 kg. A criança apresentava sinais de violência no pescoço, com marcas de dedos e unhadas.
Quando os militares chegaram, o namorado da mulher e a suposta secretária já tinham deixado o hospital.


Inquérito
Conforme a Polícia Civil, a suspeita já recebeu alta e foi encaminhada ao presídio de Janaúba. Ela será ouvida pela delegada Glênia Aquino nesta tarde. Ainda segundo a corporação, a mãe passará por exames psicológicos para definir se o assassinato pode ter sido motivado por sintomas provocados pela fase puerperal, que se inicia logo após o parto. Caso este fatos seja comprovado, a jovem deverá responder por infanticídio. No entanto, se os exames chegarem à conclusão de que ela estava lúcida, a delegada deverá indiciar a suspeita por homicídio.
O namorado dela já prestou depoimento, mas o teor do relato ainda não foi divulgado. O laudo da necropsia atestou que a criança não morreu na barriga da mãe.

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