Tragédia abala Várzea da Palma: irmãos morrem após carro ser destruído ao atingir árvore na BR-365

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O amanhecer deste domingo (7) foi marcado por uma das mais dolorosas tragédias registradas recentemente em Várzea da Palma. Um grave acidente na BR-365 tirou a vida de duas crianças da mesma família e deixou outras três pessoas feridas, transformando uma viagem em um cenário de desespero, tristeza e comoção. A tragédia aconteceu por volta das 6h30 da manhã, no km 121 da rodovia. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o veículo seguia pela BR-365 transportando cinco integrantes de uma mesma família quando, por razões ainda desconhecidas, o motorista perdeu o controle da direção e o automóvel saiu da pista, colidindo violentamente contra uma árvore às margens da estrada. O impacto foi devastador. Um adolescente de apenas 14 anos e uma menina de 10 anos morreram ainda no local. As equipes de resgate encontraram um cenário de destruição, onde os esforços dos socorristas já não puderam salvar as duas jovens vítimas. A cena comoveu até mesmo os profissionais acostumados a lidar com ocorr...

Vereador e mais quatro pessoas são acusados de desviar R$ 6,7 milhões em Montes Claros

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) acusa um vereador de Montes Claros, na região Norte do Estado, que é candidato a reeleição, e mais quatro pessoas de desviarem R$ 6,7 mi do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do município (Prevmoc). A Justiça acredita que o rombo venha de compras superfaturadas e ilegais realizadas em troca de propina paga pela empresa Atrium DTVM S/A.
Segundo o MPMG, as compras foram efetuadas sem conhecimento e sem autorização do Conselho Municipal de Previdência, o que fere a legislação local e também não foi registrado com a Atrium contrato de custódia e de administração dos títulos comprados. As normas do Conselho Monetário Nacional foram descumpridas, pois não houve processo seletivo de credenciamento da empresa nem pesquisa anterior e diária do valor dos títulos antes das respectivas aquisições.
Em dez operações realizadas pelo MPMG entre junho e novembro de 2008, os acusados causaram prejuízos de R$ 1,3 milhão aos cofres públicos, cifra que corresponde ao que foi pago pelos títulos além de seu valor de mercado.
Os acusados responderão a processo cível por improbidade administrativa, podendo perder cargos públicos, ter seus direitos políticos suspensos, pagar multa civil, serem condenados a ressarcir o Prevmoc. Ainda podem responder criminalmente por formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva/ativa e lavagem de dinheiro.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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