Varzelândia se prepara para uma noite de magia, música e encantamento com espetáculo teatral na Praça Cícero Dumont

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Com o apoio da Prefeitura de Varzelândia, gestão do prefeito Amâncio Oliva, o espetáculo “Pianíssimo – A História de um Piano Encantado” promete transformar a Praça Cícero Dumont em um grande palco cultural, proporcionando uma experiência artística especial para crianças, jovens e adultos. A cidade de Varzelândia, no Norte de Minas Gerais, será palco de uma noite especial dedicada à arte, à música e à imaginação. No próximo dia 31 de outubro, sábado, às 19h30, a Praça Cícero Dumont, no Centro da cidade, receberá o espetáculo musical “Pianíssimo – A História de um Piano Encantado”, uma apresentação que promete emocionar e encantar o público por meio da combinação entre teatro, música e fantasia. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Varzelândia, por meio da Administração “Do Povo para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, que vem valorizando ações culturais capazes de proporcionar entretenimento, conhecimento e experiências enriquecedoras à população. O espe...

Vereador e mais quatro pessoas são acusados de desviar R$ 6,7 milhões em Montes Claros

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) acusa um vereador de Montes Claros, na região Norte do Estado, que é candidato a reeleição, e mais quatro pessoas de desviarem R$ 6,7 mi do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do município (Prevmoc). A Justiça acredita que o rombo venha de compras superfaturadas e ilegais realizadas em troca de propina paga pela empresa Atrium DTVM S/A.
Segundo o MPMG, as compras foram efetuadas sem conhecimento e sem autorização do Conselho Municipal de Previdência, o que fere a legislação local e também não foi registrado com a Atrium contrato de custódia e de administração dos títulos comprados. As normas do Conselho Monetário Nacional foram descumpridas, pois não houve processo seletivo de credenciamento da empresa nem pesquisa anterior e diária do valor dos títulos antes das respectivas aquisições.
Em dez operações realizadas pelo MPMG entre junho e novembro de 2008, os acusados causaram prejuízos de R$ 1,3 milhão aos cofres públicos, cifra que corresponde ao que foi pago pelos títulos além de seu valor de mercado.
Os acusados responderão a processo cível por improbidade administrativa, podendo perder cargos públicos, ter seus direitos políticos suspensos, pagar multa civil, serem condenados a ressarcir o Prevmoc. Ainda podem responder criminalmente por formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva/ativa e lavagem de dinheiro.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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