Varzelândia celebra união e alegria com grande festa de Páscoa na comunidade Lagoa do Joia

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A Prefeitura de Varzelândia, sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva e à frente da gestão Do Povo Para o Povo, segue promovendo iniciativas que valorizam o bem-estar social e fortalecem os laços comunitários em todo o município. Com o apoio do vereador Carlim da Lagoa do Joia, a administração municipal convida a população para um momento especial de celebração e convivência. Para encerrar o mês de abril em clima de alegria e integração, será realizada uma grande Festa de Páscoa na comunidade Lagoa do Joia, neste domingo, 26 de abril, a partir das 15 horas, na quadra da escola local. O evento promete reunir famílias, crianças e moradores em uma tarde marcada por diversão, cultura e acolhimento. A programação foi cuidadosamente organizada para atender todas as idades. Entre as atrações confirmadas, destaque para o show ao vivo com a Banda Infantil Erika e Larissa, além de uma estrutura completa com palco e som montados no local. As crianças poderão aproveitar diversas brincadeiras, alé...

Vereador e mais quatro pessoas são acusados de desviar R$ 6,7 milhões em Montes Claros

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) acusa um vereador de Montes Claros, na região Norte do Estado, que é candidato a reeleição, e mais quatro pessoas de desviarem R$ 6,7 mi do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do município (Prevmoc). A Justiça acredita que o rombo venha de compras superfaturadas e ilegais realizadas em troca de propina paga pela empresa Atrium DTVM S/A.
Segundo o MPMG, as compras foram efetuadas sem conhecimento e sem autorização do Conselho Municipal de Previdência, o que fere a legislação local e também não foi registrado com a Atrium contrato de custódia e de administração dos títulos comprados. As normas do Conselho Monetário Nacional foram descumpridas, pois não houve processo seletivo de credenciamento da empresa nem pesquisa anterior e diária do valor dos títulos antes das respectivas aquisições.
Em dez operações realizadas pelo MPMG entre junho e novembro de 2008, os acusados causaram prejuízos de R$ 1,3 milhão aos cofres públicos, cifra que corresponde ao que foi pago pelos títulos além de seu valor de mercado.
Os acusados responderão a processo cível por improbidade administrativa, podendo perder cargos públicos, ter seus direitos políticos suspensos, pagar multa civil, serem condenados a ressarcir o Prevmoc. Ainda podem responder criminalmente por formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva/ativa e lavagem de dinheiro.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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