Varzelândia zera filas de ultrassonografia e tomografia e amplia acesso a exames na rede pública

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Gestão do prefeito Amâncio Oliva anuncia atendimento de mais 55 pacientes nesta semana e destaca marca de 11.644 radiografias realizadas em apenas oito meses A saúde pública de Varzelândia segue apresentando resultados importantes na ampliação do acesso da população a exames e diagnósticos. A Prefeitura, por meio da Administração Do Povo Para o Povo, comandada pelo prefeito Amâncio Oliva, intensificou os atendimentos e anuncia agora uma conquista significativa: a fila de espera por exames de ultrassonografia será zerada. Nesta semana, mais 55 pacientes serão atendidos com ultrassonografias. Com a realização desses procedimentos, o município informa que conseguirá atender toda a demanda que estava aguardando pelo serviço. O resultado se soma a outro avanço relevante alcançado pela gestão: a fila de espera para tomografias também já foi zerada, proporcionando maior agilidade na investigação de problemas de saúde e permitindo que pacientes tenham acesso mais rápido aos diagnósticos necess...

Reconhecida, Salinas amplia produção e terá investimentos de R$ 1 milhão

Motivados pela Indicação Geográfica (IG) que o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) vai conceder aos produtores de cachaça da região de Salinas, no Vale do Jequitinhonha, os alambiques investirão R$ 1 milhão para elevar a produção em 40% nos próximos dois anos. O objetivo é ganhar o mercado internacional, que ainda tem participação irrisória (2%) nos negócios da tradicional terra da cachaça em Minas.
As informações são do presidente da Associação dos Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas (APACS), Nivaldo Gonçalves das Neves. De acordo com ele, o reconhecimento de procedência realizado pelo INPI será convertido em um selo que será colocado nos rótulos das cachaças.
As marcas que pretendem receber a IG devem pleitear o reconhecimento ao INPI e se submeter a critérios pré-estabelecidos. A divulgação da relação de cachaças que receberão o reconhecimento deve ocorrer no início de 2013. “Isso protege o consumidor de produtos piratas e de empresas que compram cachaça de outros lugares e rotulam como de Salinas.
Para os produtores é uma chance de ganhar o mercado externo”, disse. Segundo ele, há negociações para levar o típico produto de Salinas para a França, China e Estados Unidos. Recentemente os Estados Unidos reconheceram a cachaça como um produto original do Brasil.
A maior parte do investimento de R$ 1 milhão será alocado nos canaviais para aumentar a produção em 2 milhões de litros anuais. Cada novo hectare exige aporte de R$ 4 mil. Hoje a produção é estimada em 5 milhões de litros por ano. Este ano, porém, a forte seca acarretou na queda de 30% na litragem.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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