Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

Reconhecida, Salinas amplia produção e terá investimentos de R$ 1 milhão

Motivados pela Indicação Geográfica (IG) que o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) vai conceder aos produtores de cachaça da região de Salinas, no Vale do Jequitinhonha, os alambiques investirão R$ 1 milhão para elevar a produção em 40% nos próximos dois anos. O objetivo é ganhar o mercado internacional, que ainda tem participação irrisória (2%) nos negócios da tradicional terra da cachaça em Minas.
As informações são do presidente da Associação dos Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas (APACS), Nivaldo Gonçalves das Neves. De acordo com ele, o reconhecimento de procedência realizado pelo INPI será convertido em um selo que será colocado nos rótulos das cachaças.
As marcas que pretendem receber a IG devem pleitear o reconhecimento ao INPI e se submeter a critérios pré-estabelecidos. A divulgação da relação de cachaças que receberão o reconhecimento deve ocorrer no início de 2013. “Isso protege o consumidor de produtos piratas e de empresas que compram cachaça de outros lugares e rotulam como de Salinas.
Para os produtores é uma chance de ganhar o mercado externo”, disse. Segundo ele, há negociações para levar o típico produto de Salinas para a França, China e Estados Unidos. Recentemente os Estados Unidos reconheceram a cachaça como um produto original do Brasil.
A maior parte do investimento de R$ 1 milhão será alocado nos canaviais para aumentar a produção em 2 milhões de litros anuais. Cada novo hectare exige aporte de R$ 4 mil. Hoje a produção é estimada em 5 milhões de litros por ano. Este ano, porém, a forte seca acarretou na queda de 30% na litragem.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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