Varzelândia zera filas de ultrassonografia e tomografia e amplia acesso a exames na rede pública

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Gestão do prefeito Amâncio Oliva anuncia atendimento de mais 55 pacientes nesta semana e destaca marca de 11.644 radiografias realizadas em apenas oito meses A saúde pública de Varzelândia segue apresentando resultados importantes na ampliação do acesso da população a exames e diagnósticos. A Prefeitura, por meio da Administração Do Povo Para o Povo, comandada pelo prefeito Amâncio Oliva, intensificou os atendimentos e anuncia agora uma conquista significativa: a fila de espera por exames de ultrassonografia será zerada. Nesta semana, mais 55 pacientes serão atendidos com ultrassonografias. Com a realização desses procedimentos, o município informa que conseguirá atender toda a demanda que estava aguardando pelo serviço. O resultado se soma a outro avanço relevante alcançado pela gestão: a fila de espera para tomografias também já foi zerada, proporcionando maior agilidade na investigação de problemas de saúde e permitindo que pacientes tenham acesso mais rápido aos diagnósticos necess...

Maioria dos assassinatos em Janaúba tem relação com o tráfico de drogas

(Por Luiz Ribeiro) De acordo com as ocorrências do 51º Batalhão da Polícia Militar de Janaúba, dos 18 homicídios nos primeiros sete meses de 2012, 12 estão relacionados com o tráfico de drogas, sendo as vítimas adolescentes. Em todo o ano passado, a PM registrou 20 assassinatos. A maioria das mortes tem como vítimas adolescentes envolvidos com o tráfico de drogas e o consumo do crack.
Paulo Henrique, de 16, entrou nas estatísticas. Ele foi assassinado a tiros em 4 de julho e a principal suspeita é que a morte tenha sido motivada pelo tráfico. A mãe dele, que pede para não ser identificada, cansou de chorar e nem mais lamenta a perda do filho. “Ele escolheu o caminho errado”, diz. A mulher, de apenas 32 anos, contou que nem sequer procurou a delegacia para pedir justiça e não quer saber quem tirou a vida do seu filho. A agricultora Almerita Oliveira de Jesus passou pela mesma tristeza. O filho foi morto aos 26 anos com 13 tiros em 27 de dezembro do ano passado. “Meu filho era um menino bom, que trabalhava e estudava. Mas começou a matar aula e ir para a rua com más companhias”, lamenta.
A adolescente I. P.G., de 17 anos, tenta se livrar do vício para não ser mais uma vítima. Ela tem ajuda da Rede de Apoio Familiar Humanizado (Rafah) para largar a cocaína e aguarda uma vaga no centro de internação de Montes Claros para se tratar. A garota conta que se tornou viciada por causa da influência de um ex-namorado, que mora em Montes Claros. “Comecei usar por curiosidade, mas com a força de Jesus vou deixar esse mundo porque a droga só destrói a vida da gente”, diz a adolescente, que, devido ao vício, parou de estudar no sexto ano do ensino fundamental.
A entidade ajuda jovens da cidade a largar álcool e drogas e os encaminha para centros de tratamento em outras cidades. O presidente, pastor Francisco Veloso, acredita que o consumo do crack e outras drogas aumentou por causa da falta de oportunidades para os jovens. “Eles não têm incentivo para a prática de esportes e projetos culturais”, afirma. O Rafah já encaminhou 120 adolescentes de Janaúba para centros de apoio em outros municípios.

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