Varzelândia se prepara para uma noite de magia, música e encantamento com espetáculo teatral na Praça Cícero Dumont

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Com o apoio da Prefeitura de Varzelândia, gestão do prefeito Amâncio Oliva, o espetáculo “Pianíssimo – A História de um Piano Encantado” promete transformar a Praça Cícero Dumont em um grande palco cultural, proporcionando uma experiência artística especial para crianças, jovens e adultos. A cidade de Varzelândia, no Norte de Minas Gerais, será palco de uma noite especial dedicada à arte, à música e à imaginação. No próximo dia 31 de outubro, sábado, às 19h30, a Praça Cícero Dumont, no Centro da cidade, receberá o espetáculo musical “Pianíssimo – A História de um Piano Encantado”, uma apresentação que promete emocionar e encantar o público por meio da combinação entre teatro, música e fantasia. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Varzelândia, por meio da Administração “Do Povo para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, que vem valorizando ações culturais capazes de proporcionar entretenimento, conhecimento e experiências enriquecedoras à população. O espe...

Decreto assinado por Dilma desapropria terras reivindicadas por quilombolas mineiros

A presidenta Dilma Rousseff assinou nesta quinta-feira (29) decreto para desapropriar as terras reivindicadas pela comunidade quilombola Brejo dos Crioulos, no norte de Minas Gerais. A medida vai beneficiar mais de 500 famílias de remanescentes de escravos que vivem na região.
Desde terça-feira (27), representantes dos quilombolas estão em Brasília reivindicando a desapropriação, esperada há 12 anos. Alguns deles se acorrentaram nessa quarta (28) a uma placa em frente ao Palácio do Planalto para pressionar o governo federal.
Hoje, eles foram recebidos pela presidenta e pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, responsável pela articulação entre o governo e os movimentos sociais.
Com o decreto, fazendeiros receberão uma indenização do governo para deixar a área. Dos mais de 17 mil hectares da área, cerca de 13 mil são ocupados pelos fazendeiros, segundo os quilombolas.
“É um começo. Hoje, vivemos em vilas e não dá para plantar”, disse José Carlos Oliveira Neto, um dos representantes do grupo. Os quilombolas relataram sofrer ameaças e violência por parte dos fazendeiros e de grupos armados.
Depois da desapropriação, o próximo passo do grupo é buscar o título das terras. “Temos convicção que o problema não está resolvido”, disse Paulo Roberto Faccion, da Comissão Pastoral da Terra (CPT).


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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