Porteirinha: mais de 48 horas no escuro; moradores de São José do Gorutuba denunciam prejuízos e cobram solução da Cemig

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Famílias que vivem às margens da Barragem Bico da Pedra, na zona rural de Porteirinha, relatam perda de alimentos, dificuldades de comunicação e transtornos após mais de dois dias sem fornecimento de energia elétrica A indignação aumenta a cada hora em São José do Gorutuba, na zona rural de Porteirinha, Norte de Minas. Segundo relatos de moradores, famílias que vivem na região próxima à Barragem Bico da Pedra estão há mais de 48 horas sem energia elétrica, situação que já estaria provocando prejuízos e uma série de transtornos. O que poderia ser apenas uma interrupção temporária no fornecimento transformou-se, segundo os moradores, em mais de dois dias de espera por uma solução. Sem eletricidade, geladeiras e freezers permanecem desligados. Com isso, famílias relatam preocupação com a perda de carnes, alimentos congelados, leite e outros produtos que dependem de refrigeração, ampliando os prejuízos principalmente para quem mantém estoques de alimentos em casa. A situação não se limita ...

TENSÃO EM MONTE AZUL: 34 réplicas de pistolas ultra-realistas são retiradas de circulação


Uma apreensão de alto impacto mobilizou forças de segurança e acendeu o sinal vermelho em Monte Azul, no Norte de Minas. Na manhã desta quinta-feira (12), policiais retiraram de circulação 34 simulacros de arma de fogo extremamente realistas, que seriam comercializados de forma ilegal no município.

O que mais impressionou os investigadores foi o nível de perfeição das réplicas — objetos capazes de enganar até mesmo um olhar experiente.

Réplicas que imitam armas reais em cada detalhe
Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, os itens reproduzem fielmente a aparência da pistola Glock modelo G-18, calibre 9 milímetros.

As imitações possuem detalhes que tornam a identificação ainda mais difícil, como empunhadura idêntica à original, seletor de disparo com modos automático e semiautomático e carregador com aparência real. Para a polícia, esse grau de semelhança aumenta significativamente o risco de uso em crimes como assaltos, ameaças e intimidações.

Risco real, mesmo sem disparos
De acordo com a delegada responsável pela ação, a retirada dos simulacros de circulação representa um passo importante para a segurança pública.

Ela destacou que, nas mãos erradas, objetos com aparência tão convincente podem ser utilizados para cometer crimes patrimoniais, ameaçar vítimas e provocar situações de extremo perigo — inclusive em abordagens policiais, onde não há tempo para distinguir o que é falso do que é verdadeiro.

Venda ilegal e investigação em andamento
A Polícia Civil reforçou que a comercialização irregular de simulacros configura infração, principalmente quando há intenção de intimidar ou simular ações armadas.

Agora, as investigações seguem para identificar quem estava por trás da distribuição e venda do material na região.

Clima de tensão na cidade
A apreensão das 34 réplicas revela um cenário preocupante e levanta um questionamento inquietante entre moradores e autoridades: quantas dessas imitações já circularam pelas ruas antes da operação?

Em Monte Azul, o que parecia apenas “armamento de mentira” mostrou potencial real de causar medo, violência e insegurança — e a polícia deixou claro que o combate a esse tipo de crime está longe de terminar.

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