Prefeitura de Buritizeiro deixa população isolada após balsa ser retida pela Marinha
Moradores de Buritizeiro vivem momentos de tensão e dificuldade após a retenção do principal meio de travessia do rio que liga comunidades da região. A apreensão da balsa, realizada pela Marinha do Brasil, teria ocorrido por falta de regularização da documentação do rebocador responsável pelo transporte — situação que já teria acontecido anteriormente.
O impacto é imediato e profundo: sem a travessia, moradores enfrentam dificuldades para acessar alimentos, medicamentos e serviços essenciais. Pacientes que dependem de tratamento médico em Montes Claros e Pirapora também estariam impedidos de seguir viagem, agravando ainda mais o cenário de preocupação.
Travessia interrompida e rotina paralisada
A balsa é considerada essencial para o deslocamento diário da população, servindo não apenas como meio de transporte comum, mas também como suporte estratégico para serviços emergenciais, como ambulâncias, transporte escolar e operações do Corpo de Bombeiros.
A balsa é considerada essencial para o deslocamento diário da população, servindo não apenas como meio de transporte comum, mas também como suporte estratégico para serviços emergenciais, como ambulâncias, transporte escolar e operações do Corpo de Bombeiros.
Sem a embarcação em funcionamento, comunidades inteiras ficaram praticamente isoladas, enfrentando dificuldades para manter atividades básicas do dia a dia.
Problema recorrente e promessa de regularização
Segundo informações apuradas, a Prefeitura já teria informado anteriormente que havia solicitado a liberação da balsa para serviços considerados humanitários e prioritários. No entanto, o pagamento do documento necessário para a regularização não teria sido efetuado, o que resultou na retenção do rebocador pela Marinha.
Segundo informações apuradas, a Prefeitura já teria informado anteriormente que havia solicitado a liberação da balsa para serviços considerados humanitários e prioritários. No entanto, o pagamento do documento necessário para a regularização não teria sido efetuado, o que resultou na retenção do rebocador pela Marinha.
A situação reacende críticas e cobranças da população, que já havia enfrentado episódios semelhantes no passado.
Sem resposta oficial até o momento
A reportagem tentou contato com a Secretaria de Transportes do município, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno. O telefone informado indica atendimento apenas a partir do meio-dia. Caso haja manifestação oficial, novas informações deverão ser divulgadas posteriormente.
A reportagem tentou contato com a Secretaria de Transportes do município, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno. O telefone informado indica atendimento apenas a partir do meio-dia. Caso haja manifestação oficial, novas informações deverão ser divulgadas posteriormente.
Quem sofre é a população mais vulnerável
Enquanto a regularização não acontece, quem sente os efeitos diretos da paralisação são os moradores que dependem da travessia para sobreviver — especialmente os mais carentes, que não dispõem de alternativas para deslocamento.
Enquanto a regularização não acontece, quem sente os efeitos diretos da paralisação são os moradores que dependem da travessia para sobreviver — especialmente os mais carentes, que não dispõem de alternativas para deslocamento.
A expectativa agora é que os responsáveis pela documentação adotem medidas urgentes para restabelecer o funcionamento da balsa e garantir o direito de ir e vir da população.
Informações com o repórter Carlos Britto

Comentários
Postar um comentário