Porteirinha: mais de 48 horas no escuro; moradores de São José do Gorutuba denunciam prejuízos e cobram solução da Cemig

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Famílias que vivem às margens da Barragem Bico da Pedra, na zona rural de Porteirinha, relatam perda de alimentos, dificuldades de comunicação e transtornos após mais de dois dias sem fornecimento de energia elétrica A indignação aumenta a cada hora em São José do Gorutuba, na zona rural de Porteirinha, Norte de Minas. Segundo relatos de moradores, famílias que vivem na região próxima à Barragem Bico da Pedra estão há mais de 48 horas sem energia elétrica, situação que já estaria provocando prejuízos e uma série de transtornos. O que poderia ser apenas uma interrupção temporária no fornecimento transformou-se, segundo os moradores, em mais de dois dias de espera por uma solução. Sem eletricidade, geladeiras e freezers permanecem desligados. Com isso, famílias relatam preocupação com a perda de carnes, alimentos congelados, leite e outros produtos que dependem de refrigeração, ampliando os prejuízos principalmente para quem mantém estoques de alimentos em casa. A situação não se limita ...

Prefeitura de Buritizeiro deixa população isolada após balsa ser retida pela Marinha



Moradores de Buritizeiro vivem momentos de tensão e dificuldade após a retenção do principal meio de travessia do rio que liga comunidades da região. A apreensão da balsa, realizada pela Marinha do Brasil, teria ocorrido por falta de regularização da documentação do rebocador responsável pelo transporte — situação que já teria acontecido anteriormente.

O impacto é imediato e profundo: sem a travessia, moradores enfrentam dificuldades para acessar alimentos, medicamentos e serviços essenciais. Pacientes que dependem de tratamento médico em Montes Claros e Pirapora também estariam impedidos de seguir viagem, agravando ainda mais o cenário de preocupação.

Travessia interrompida e rotina paralisada
A balsa é considerada essencial para o deslocamento diário da população, servindo não apenas como meio de transporte comum, mas também como suporte estratégico para serviços emergenciais, como ambulâncias, transporte escolar e operações do Corpo de Bombeiros.

Sem a embarcação em funcionamento, comunidades inteiras ficaram praticamente isoladas, enfrentando dificuldades para manter atividades básicas do dia a dia.

Problema recorrente e promessa de regularização
Segundo informações apuradas, a Prefeitura já teria informado anteriormente que havia solicitado a liberação da balsa para serviços considerados humanitários e prioritários. No entanto, o pagamento do documento necessário para a regularização não teria sido efetuado, o que resultou na retenção do rebocador pela Marinha.

A situação reacende críticas e cobranças da população, que já havia enfrentado episódios semelhantes no passado.

Sem resposta oficial até o momento
A reportagem tentou contato com a Secretaria de Transportes do município, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno. O telefone informado indica atendimento apenas a partir do meio-dia. Caso haja manifestação oficial, novas informações deverão ser divulgadas posteriormente.

Quem sofre é a população mais vulnerável
Enquanto a regularização não acontece, quem sente os efeitos diretos da paralisação são os moradores que dependem da travessia para sobreviver — especialmente os mais carentes, que não dispõem de alternativas para deslocamento.

A expectativa agora é que os responsáveis pela documentação adotem medidas urgentes para restabelecer o funcionamento da balsa e garantir o direito de ir e vir da população.

Informações com o repórter Carlos Britto

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