Porteirinha em alerta: prefeito Silvanei Batista mobiliza Defesa Civil e reforça cuidados durante período chuvoso

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As chuvas voltaram a cair com mais intensidade na região e, junto com a bênção da água que fortalece o campo e renova as esperanças, surge também a necessidade de atenção redobrada. Em Porteirinha, a resposta é imediata: presença, orientação e prevenção. À frente da Prefeitura de Porteirinha, o prefeito Silvanei Batista — em seu terceiro mandato — mais uma vez demonstra liderança e responsabilidade por meio da administração Tempo de Reconstrução e Desenvolvimento, mobilizando a Defesa Civil e reforçando o compromisso com a segurança da população. Prevenção é prioridade Em comunicado à comunidade, o prefeito destacou que, embora as chuvas sejam motivo de gratidão, é fundamental que todos adotem medidas preventivas, especialmente diante da previsão de volume considerável para os próximos dias. Ao lado de Maurílio, representante da Defesa Civil, a orientação foi clara: evitar travessias em pontes molhadas quando o nível da água estiver elevado. A recomendação é simples, mas pode salvar vi...

Em Araçuaí, mulher é morta a facadas pelo ex-companheiro; vítima havia denunciado ameaças anteriores


Uma mulher de 37 anos foi brutalmente assassinada a facadas na noite de quinta-feira (2) em Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha. A vítima, identificada como Maria Lidiane Moreira dos Santos, foi atacada dentro de casa, no bairro Alto Mercado, e não resistiu aos ferimentos. O principal suspeito do crime é o ex-companheiro dela, que fugiu logo após o ataque e, até a última atualização desta reportagem, ainda não havia sido localizado.

O crime
De acordo com informações da Polícia Militar, o feminicídio ocorreu por volta das 21h, em uma residência situada na Avenida Bom Jesus. Maria Lidiane apresentava três ferimentos de faca — na cabeça, no pescoço e na mão esquerda.

Mesmo gravemente ferida, ela ainda conseguiu sair de casa e caminhar até o imóvel da mãe, localizado nas proximidades. Ao entrar no quarto, caiu no chão e não resistiu aos ferimentos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a vítima já estava sem vida quando o socorro chegou.

Suspeito fugiu de bicicleta
Testemunhas relataram à polícia que o agressor seria o ex-companheiro de Lidiane. Ele fugiu do local em uma bicicleta logo após o crime. A Perícia Técnica da Polícia Civil esteve na cena para realizar os levantamentos, confirmando as lesões provocadas por arma branca. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Araçuaí.

Histórico de ameaças e denúncias
A mãe da vítima contou aos policiais que Maria Lidiane vivia sob ameaças constantes desde o término do relacionamento. Durante o período em que morou em Coronel Murta, cidade vizinha, ela chegou a pedir medida protetiva de urgência contra o suspeito.

Na ocasião, Lidiane recebia acompanhamento da Patrulha de Prevenção à Violência Doméstica (PPVD), programa da Polícia Militar voltado à proteção de mulheres em situação de risco.

Há cerca de dez dias, a vítima havia retornado a Araçuaí, mas não comunicou sua mudança à PPVD, o que impediu a continuidade do monitoramento policial.

Investigações
A Polícia Militar realizou buscas intensas na região logo após o crime, mas o autor ainda não foi encontrado. O caso agora está sob responsabilidade da Polícia Civil, que instaurou inquérito para investigar as circunstâncias do feminicídio e localizar o suspeito.

As autoridades devem ouvir familiares, vizinhos e outras testemunhas nos próximos dias.

Contexto de feminicídios na região
O assassinato de Maria Lidiane reacende o alerta sobre os casos de violência doméstica e feminicídio no Vale do Jequitinhonha. Nos últimos meses, a região tem registrado um aumento preocupante de ocorrências envolvendo mulheres vítimas de ex-companheiros.

Segundo dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp), o feminicídio é um dos crimes que mais cresceu nos últimos anos no estado, principalmente em municípios do interior.

Denúncias e prevenção
Casos de ameaça, agressão ou perseguição podem ser denunciados de forma anônima pelo Disque 180, canal nacional de atendimento à mulher, ou pelo 190, da Polícia Militar. Em Minas Gerais, a PPVD atua de forma preventiva no acompanhamento de mulheres em situação de risco, garantindo medidas de proteção e apoio psicossocial.

Maria Lidiane Moreira dos Santos é mais uma vítima da violência de gênero que ainda persiste em diversas cidades mineiras. O caso reforça a urgência de políticas públicas eficazes, acompanhamento contínuo das vítimas e o fortalecimento da rede de proteção às mulheres.

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