Serranópolis de Minas avança no turismo e fortalece sua identidade com lançamento do Catálogo Turístico do município

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Serranópolis de Minas dá mais um passo importante rumo ao desenvolvimento sustentável e à valorização de suas potencialidades. A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, anuncia o lançamento do Catálogo de Turismo de Serranópolis de Minas, uma iniciativa estratégica que marca uma nova fase para o turismo local. O material, elaborado com cuidado técnico e olhar sensível para as riquezas do município, está disponível em versão digital e também em versão impressa, que será distribuída em pontos estratégicos da cidade, facilitando o acesso de visitantes e moradores às informações. O catálogo reúne de forma organizada os principais atrativos naturais, culturais, históricos e gastronômicos de Serranópolis, funcionando como uma verdadeira vitrine do município. A iniciativa tem como objetivo valorizar a identidade local, estimular o turismo regional e fortalecer a economia, gerando oportunidades para comerciantes, empreend...

Rogério Alan, um dos condenados pela Chacina de Unaí, é preso em Sergipe


Rogério Alan Rocha Rios, 43 anos, condenado por matar três auditores fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho, durante uma fiscalização em Unaí (MG), em 2004, foi preso em Estância, no Sul de Sergipe, nesta terça-feira (28). O caso ficou conhecido nacionalmente como 'Chacina de Unaí.

O homem foi condenado a 94 anos de prisão pela chacina. Contra ele também havia um mandado de prisão preventiva em aberto por crime de roubo, no ano de 2020, também em Minas Gerais.

A prisão foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), composta por agentes das polícias Federal, Civil, Militar, Penal, Rodoviária Federal e Secretaria Nacional de Políticas Penais. Rogério Alan estava em Estância para visitar a irmã, que mora no município.


Chacina de Unaí
A chacina ocorreu no dia 28 de janeiro de 2004, na zona rural de Unaí, na Região Noroeste de Minas Gerais, enquanto as vítimas apuravam denúncias de trabalho análogo à escravidão. As vítimas foram: os fiscais do trabalho Erastóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares e Nelson José da Silva, além do motorista Ailton Pereira de Oliveira.

Os fazendeiros Antério e Norberto Mânica foram acusados de serem os mandantes dos assassinatos. A pena para eles chegou a mais de 50 anos de prisão por quádruplo homicídio, triplamente qualificado por motivo torpe, mediante pagamento de recompensa em dinheiro e sem possibilidade de defesa das vítimas.

Hugo Alves Pimenta, José Alberto de Castro, Rogério Alan Rocha, Erinaldo Silva e William Gomes de Miranda também foram condenados por participação nos assassinatos.

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