Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

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O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Família de criança que se feriu com arame farpado receberá R$ 10 mil


A Justiça mineira condenou duas empresas responsáveis por um condomínio a indenizar os familiares de uma criança de 9 anos que se feriu com o arame farpado de uma cerca do residencial, em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais. Cada um dos pais da vítima vai receber R$ 2 mil por danos morais. O menino receberá a mesma quantia acrescida de R$ 4 mil por danos estéticos, totalizando R$ 10 mil. As informações são do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

Conforme o processo, a criança estava andando de bicicleta no condomínio quando se chocou contra uma cerca de arame instalada próxima ao meio-fio. Por causa do acidente, o menino ficou com diversas cicatrizes, inclusive no rosto.

As empresas alegaram que não havia nexo de casualidade entre a conduta delas e o acontecido. Também afirmaram que não havia obrigação de colocar placa no trecho. Além disso, argumentaram que a velocidade com que o menino andava de bicicleta foi a causa do acidente.

A Justiça considerou, porém, que as empresas agiram com imprudência ao instalar a cerca da forma como foi feito, rente ao meio-fio. Também foi levado em consideração que não havia sinalização de perigo, mesmo sabendo da alta circulação de pessoas.

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