Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

Imagem
A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

Grão Mogol: Moradores protestam contra a instalação de mineradora


(G1) Cerca de 120 moradores participaram de uma manifestação na manhã deste sábado (16) em Grão Mogol, no Norte de Minas, contra a instalação de uma mineradora na região. Os manifestantes, do distrito de Vale das Cancelas, percorreram algumas ruas e trechos próximos à BR-251 com cartazes e faixas.

Segundo o grupo, se implantando, o empreendimento afetaria comunidades tradicionais geraizeiras da região. A manifestação ocorre também como temor pelo risco da instalação de barragens próximas a áreas habitadas. No último dia 25 de janeiro, uma barragem de rejeitos da mineradora Vale se rompeu e deixou um rastro de tragédia ambiental e humana; centenas de pessoas morreram ou estão desaparecidas.

"A luta contra a mineradora ocorre desde 2010, quando a empresa começou a buscar licenciamento ambiental para instalar complexo minerário. Se instalado, as comunidades de Lamarão e São Francisco serão apagadas do mapa. Eles têm outorga para uso de água, mas sem benefícios à população da região que já sofre com seca e problemas de infraestrutura, somente para escoamento da produção", afirma Luzia Alane representante da Comissão Pastoral da Terra da Diocese de Montes Claros, que deu apoio na mobilização, junto a outros coletivos.

Ainda de acordo com Luzia, nas comunidades que precisariam ser desocupadas para implantação da mineradora vivem mais de 200 famílias. "Estas famílias já estão organizadas, mas depois do crime da Vale em Mariana e Brumadinho, se sensibilizaram ainda mais para lutar contra o empreendimento. A empresa [que quer explorar a região de Grão Mogol] é de capital misto, não estão preocupados com o impacto degradador na região", diz.

Os moradores alegam que a capacidade de produção de rejeitos da empresa seria maior do que em Brumadinho. O G1 não conseguiu contato com a Mineradora SAM, que busca a implantação do complexo minerário na região, para um posicionamento.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Janaúba vive manhã de terror com homicídio a tiros em via movimentada

Bomba política em Jaíba! Doze anos após cassação, prefeito Jimmy Murça volta ao banco dos réus e pode perder o cargo novamente

Em Janaúba, homem é baleado na cabeça em frente à própria casa; estado é grave