Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

Imagem
O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Grão Mogol: Moradores protestam contra a instalação de mineradora


(G1) Cerca de 120 moradores participaram de uma manifestação na manhã deste sábado (16) em Grão Mogol, no Norte de Minas, contra a instalação de uma mineradora na região. Os manifestantes, do distrito de Vale das Cancelas, percorreram algumas ruas e trechos próximos à BR-251 com cartazes e faixas.

Segundo o grupo, se implantando, o empreendimento afetaria comunidades tradicionais geraizeiras da região. A manifestação ocorre também como temor pelo risco da instalação de barragens próximas a áreas habitadas. No último dia 25 de janeiro, uma barragem de rejeitos da mineradora Vale se rompeu e deixou um rastro de tragédia ambiental e humana; centenas de pessoas morreram ou estão desaparecidas.

"A luta contra a mineradora ocorre desde 2010, quando a empresa começou a buscar licenciamento ambiental para instalar complexo minerário. Se instalado, as comunidades de Lamarão e São Francisco serão apagadas do mapa. Eles têm outorga para uso de água, mas sem benefícios à população da região que já sofre com seca e problemas de infraestrutura, somente para escoamento da produção", afirma Luzia Alane representante da Comissão Pastoral da Terra da Diocese de Montes Claros, que deu apoio na mobilização, junto a outros coletivos.

Ainda de acordo com Luzia, nas comunidades que precisariam ser desocupadas para implantação da mineradora vivem mais de 200 famílias. "Estas famílias já estão organizadas, mas depois do crime da Vale em Mariana e Brumadinho, se sensibilizaram ainda mais para lutar contra o empreendimento. A empresa [que quer explorar a região de Grão Mogol] é de capital misto, não estão preocupados com o impacto degradador na região", diz.

Os moradores alegam que a capacidade de produção de rejeitos da empresa seria maior do que em Brumadinho. O G1 não conseguiu contato com a Mineradora SAM, que busca a implantação do complexo minerário na região, para um posicionamento.

Comentários