Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Avião de pequeno porte cai em fazenda e deixa mortos no Norte de Minas


Um avião de pequeno porte caiu na zona rural de Jequitaí, no Norte de Minas, na manhã desta segunda-feira (26). De acordo com os bombeiros, morreram Adolfo Geo, dono da aeronave, a esposa, Margarida Giannetti Geo, o piloto, Marco Aurélio, e Oliver, co-piloto.


Adolfo Geo possuía fazendas de confinamento de gado no município. O acidente ocorreu quando o avião se preparava para pousar na Fazenda Fortaleza Santa Terezinha, de propriedade do empresário. Segundo os bombeiros, a aeronave modelo Cessna Citation M2 tinha capacidade para oito passageiros.

Um helicóptero do Corpo de Bombeiros de Montes Claros e equipes de Pirapora se deslocaram para o local do acidente.

As causas do acidente serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Em nota, o órgão informou ao G1 que investigadores vão realizar uma ação inicial para coletar dados, como fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de testemunhas. O prazo para conclusão das investigações não foi informado.

Adolfo Geo era um dos sócios do grupo brasileiro ARG, investigado pela Força Tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo, em denúncia envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pelo crime de lavagem de dinheiro. 

A denúncia aponta que o ex-presidente supostamente recebeu R$ 1 milhão para intermediar discussões entre a ARG e governo de Guiné Equatorial. Segundo as investigações, Adolfo Geo não era investigado na ação.

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