Justiça dá ultimato à prefeita de Berizal: Talyane Laves terá que entregar documentos de 15 investigações do Ministério Público sob risco de multa de R$ 50 mil

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Ministério Público de Minas Gerais recorreu à Justiça após sucessivas requisições de documentos não atendidas pela Prefeitura de Berizal. Investigações envolvem suspeitas de nepotismo, fraudes em licitações, contratações irregulares, uso indevido de veículos públicos e possíveis danos ao patrimônio municipal. A administração municipal de Berizal, no Norte de Minas Gerais, está no centro de uma ofensiva judicial do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). A Justiça determinou que a prefeita Talyane Laves Pereira apresente, no prazo de até dez dias úteis, documentos relacionados a 15 investigações que apuram possíveis irregularidades na gestão pública municipal. A decisão representa um importante desdobramento das apurações conduzidas pelo Ministério Público, que precisou recorrer ao Judiciário após sucessivas tentativas de obter informações e documentos considerados essenciais para o andamento dos procedimentos investigatórios. O caso chama a atenção pela quantidade de investigações e...

Em Coração de Jesus, incêndio na região do Rio Riachão é extinto por bombeiros e brigadistas

Área atingida foi de aproximadamente 34 hectares, de acordo
com ambientalista (Foto: Daniel Versiane/Arquivo Pessoal)

O incêndio que começou na sexta-feira (9) na região das cabeceiras do Rio Riachão, na divisa de Montes Claros com Coração de Jesus, foi debelado pelo Corpo de Bombeiros e brigadistas na tarde deste sábado (10). Segundo o ambientalista Eduardo Gomes, a área atingida foi de aproximadamente 34 hectares; as chamas atingiram uma área de proteção, onde várias espécies se refugiam e também se reproduzem. Há suspeita de que o fogo tenha começado por um grupo de pessoas que estava em uma casa abandonada na região, mas até o momento não houve a confirmação de autoria e os motivos ainda são desconhecidos.

"As imagens aéreas de um drone, feitas por voluntários e parceiros, nos ajudaram no planejamento das ações de combate e no levantamento da área atingida. Trata-se de uma área pantanosa de várzea com ocupação predominante de um capim nativo, conhecido como tiririca. A área fica à montante, a dois quilômetros da nascente principal do rio chamada Lagoa Tiririca, mais conhecida como Lagoa Azul. Além de consumir a vegetação nativa, vários animais menores morreram no incêndio. Foram mais de 20 horas de combate e monitoramento das chamas", ressalta o ambientalista do Instituto Grande Sertão.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, foram utilizadas técnicas de contrafogo, onde os focos se encontram, de abafamento e utilização de bomba costal, que os militares e brigadistas carregam durante o combate. Ainda de acordo com os bombeiros, uma guarnição voltou ao local na manhã deste domingo (11) para monitorar se novos focos surgiram.

O local da ocorrência no Rio Riachão fica paralelo à BR-135, a 22 km de Montes Claros.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

Fonte: G1

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