Democracia, representatividade e inclusão marcam nova fase das políticas quilombolas em Varzelândia

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Em Varzelândia, a gestão Do Povo Para o Povo vem consolidando uma nova forma de governar: mais participativa, inclusiva e alinhada com as demandas históricas das comunidades tradicionais. Um exemplo recente desse avanço foi o reconhecimento institucional ao processo eleitoral da Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos, realizado no último domingo, 19 de abril de 2026. A Secretaria Municipal de Políticas Quilombolas e Povos Tradicionais, sob a condução do secretário Francisco Charles Viríssimo da Silva, destacou o caráter democrático, transparente e respeitoso da eleição, que resultou na escolha da Chapa 1, liderada por Robeito e Sara, para a presidência da associação. O órgão também fez questão de reconhecer o papel da Chapa 2, representada por Samay e Eliton, ressaltando a importância da postura ética e do espírito democrático durante todo o processo. Mais do que um ato formal, o posicionamento da Prefeitura evidencia uma gestão que compreende a relevância do protagonismo comunitá...

TJMG suspende direitos políticos de Tadeu e Tadeuzinho por 5 anos

Tadeu e Tadeuzinho
(G1) A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou em segunda instância o ex-prefeito de Montes Claros, Luiz Tadeu Leite, e o filho dele deputado estadual, Tadeu Martins Leite, por improbidade administrativa. Eles também tiveram o direito político cassado por cinco anos. A decisão foi publicada nessa sexta-feira (11).
Eles foram acusados pelo Ministério Público em 2010 por repasse ilegal a instituição que administrava o time de vôlei de Montes Claros. Na época, Luiz Tadeu Leite era prefeito da cidade e o filho era candidato a deputado. Os dois foram denunciados por repasse ilegal do município e também por promoção pessoal de Tadeuzinho.
De acordo com o TJMG, eles recorreram da sentença em primeira instância. Mas, apenas a multa de Luiz Tadeu Leite, que era de 50 vezes o salário que recebia como prefeito, foi reduzida. Ainda segundo o órgão, o valor será correspondente aos danos aos cofres públicos, que na época chegava a R$ 550 mil e agora é de aproximadamente R$ 1 milhão.
Luiz Tadeu Leite e Tadeu Martins Leite podem recorrer da decisão. Eles não foram encontrados para comentar o assunto.

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