Democracia, representatividade e inclusão marcam nova fase das políticas quilombolas em Varzelândia

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Em Varzelândia, a gestão Do Povo Para o Povo vem consolidando uma nova forma de governar: mais participativa, inclusiva e alinhada com as demandas históricas das comunidades tradicionais. Um exemplo recente desse avanço foi o reconhecimento institucional ao processo eleitoral da Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos, realizado no último domingo, 19 de abril de 2026. A Secretaria Municipal de Políticas Quilombolas e Povos Tradicionais, sob a condução do secretário Francisco Charles Viríssimo da Silva, destacou o caráter democrático, transparente e respeitoso da eleição, que resultou na escolha da Chapa 1, liderada por Robeito e Sara, para a presidência da associação. O órgão também fez questão de reconhecer o papel da Chapa 2, representada por Samay e Eliton, ressaltando a importância da postura ética e do espírito democrático durante todo o processo. Mais do que um ato formal, o posicionamento da Prefeitura evidencia uma gestão que compreende a relevância do protagonismo comunitá...

Em Salinas, professora é presa por matar e colocar fogo em corpo de homem

(G1) Uma professora, com idade entre 25 e 30 anos, foi detida nesta segunda-feira (15), em Salinas (MG), por matar e colocar fogo no corpo de Claudomiro Modesto da Silva, de 45. O crime aconteceu no dia 7 deste mês. Ela foi presa preventivamente e pode responder por homicídio qualificado.
Segundo as informações do delegado José Eduardo dos Santos, o homem foi atingido por seis facadas na região do abdômen, o corpo foi encontrado em uma ribanceira na BR-251.
“O homicídio chocou a população, já que crimes desta natureza não ocorrem em Salinas. A mulher dele chegou a nos procurar afirmando estar preocupada com o desaparecimento do marido, ela disse que ele não tinha o hábito de sumir”, fala o delegado. A mulher de Claudomiro chegou a receber uma carta em que ele dizia que estava com problemas e iria passar um tempo longe da cidade. A professora não confirmou que ela enviou a carta.
Como Claudomiro da Silva já havia sido detido por falsificação de cachaça, a PC apurou inicialmente se o assassinato tinha relação com a prisão, ocorrida em maio de 2013, quando a Polícia Civil encontrou 600 garrafas da bebida na casa dele. A linha de investigação mudou depois que algumas pessoas prestaram depoimento e disseram ter visto a professora no local onde o corpo foi encontrado. Ela não tem antecedentes criminais.
De acordo com José Eduardo dos Santos, a mulher confessou o crime e disse que cometeu o homicídio porque estava sendo chantageada pelo homem. A professora afirmou que Claudomiro falava que iria procurar pelo marido dela e acabar com o casamento deles. Para a PC, ela disse que o conhecia há quatro anos e que não mantinha relacionamento amoroso com a vítima.
A investigada também afirmou que o esposo não tinha conhecimento do homicídio e que o homem teria ligado para ela marcando um encontro. No local, ele teria tentado abusar dela.
A mulher pode responder por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e colocar fogo no corpo. Ela permanece presa em Salinas. A PC apura se há mais pessoas envolvidas no crime.

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