Prefeitura de Matias Cardoso reforça proteção do Rio São Francisco e orienta pescadores sobre o período da Piracema

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Comprometida com a preservação ambiental e a sustentabilidade dos recursos naturais, a Prefeitura de Matias Cardoso, administração “Um Novo Governo, Uma Nova História”, sob a liderança da prefeita Pretinha de Merson, alerta pescadores e a população sobre a importância de respeitar o período da Piracema, fundamental para a reprodução dos peixes e a preservação da vida aquática. A Prefeitura de Matias Cardoso, no Norte de Minas Gerais, reforça seu compromisso com a proteção do meio ambiente e a conservação das riquezas naturais do município. Por meio de uma ação de conscientização, a gestão da prefeita Pretinha de Merson orienta os pescadores sobre as restrições durante o período de defeso. A iniciativa é especialmente importante para Matias Cardoso, município que mantém uma forte ligação histórica, cultural e econômica com o Rio São Francisco, um dos maiores patrimônios naturais da região. Atenção aos prazos da Piracema Conforme as orientações divulgadas pela Prefeitura, o período de de...

Em Salinas, professora é presa por matar e colocar fogo em corpo de homem

(G1) Uma professora, com idade entre 25 e 30 anos, foi detida nesta segunda-feira (15), em Salinas (MG), por matar e colocar fogo no corpo de Claudomiro Modesto da Silva, de 45. O crime aconteceu no dia 7 deste mês. Ela foi presa preventivamente e pode responder por homicídio qualificado.
Segundo as informações do delegado José Eduardo dos Santos, o homem foi atingido por seis facadas na região do abdômen, o corpo foi encontrado em uma ribanceira na BR-251.
“O homicídio chocou a população, já que crimes desta natureza não ocorrem em Salinas. A mulher dele chegou a nos procurar afirmando estar preocupada com o desaparecimento do marido, ela disse que ele não tinha o hábito de sumir”, fala o delegado. A mulher de Claudomiro chegou a receber uma carta em que ele dizia que estava com problemas e iria passar um tempo longe da cidade. A professora não confirmou que ela enviou a carta.
Como Claudomiro da Silva já havia sido detido por falsificação de cachaça, a PC apurou inicialmente se o assassinato tinha relação com a prisão, ocorrida em maio de 2013, quando a Polícia Civil encontrou 600 garrafas da bebida na casa dele. A linha de investigação mudou depois que algumas pessoas prestaram depoimento e disseram ter visto a professora no local onde o corpo foi encontrado. Ela não tem antecedentes criminais.
De acordo com José Eduardo dos Santos, a mulher confessou o crime e disse que cometeu o homicídio porque estava sendo chantageada pelo homem. A professora afirmou que Claudomiro falava que iria procurar pelo marido dela e acabar com o casamento deles. Para a PC, ela disse que o conhecia há quatro anos e que não mantinha relacionamento amoroso com a vítima.
A investigada também afirmou que o esposo não tinha conhecimento do homicídio e que o homem teria ligado para ela marcando um encontro. No local, ele teria tentado abusar dela.
A mulher pode responder por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e colocar fogo no corpo. Ela permanece presa em Salinas. A PC apura se há mais pessoas envolvidas no crime.

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