Janaúba: comunicamos o falecimento do senhor Mauro de Oliveira

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É com pesar que comunicamos o falecimento do senhor Mauro de Oliveira. A família comunica que o velório está acontecendo no Memorial da Funerária Bom Pastor. O sepultamento será neste domingo, 18 de outubro, às 16h30m, no Cemitério Campo da Paz, bairro São Lucas em Janaúba.

Grupo tenta viabilizar exploração de gás natural no Norte de Minas

Representantes dos governo e do empresariado
discutem avanços para a exploração do gás natural
(Hoje em Dia) A discussão sobre a produção e a comercialização do gás natural encontrado na bacia do rio São Francisco, no Norte de Minas, ganhou novo fôlego, nessa terça (24), em reunião de representantes dos governos federal, estadual e do empresariado na Federação das Indústrias do Estado (Fiemg).
Um grupo de trabalho composto por dirigentes das entidades envolvidas será criado para viabilizar a exploração de gás na porção mineira da bacia, emperrada devido a impasses em torno do licenciamento ambiental.
O entrave é a liberação para uso da tecnologia chamada de fraturamento hidráulico na extração de gás não convencional. O fraturamento hidráulico é uma tecnologia usada principalmente nos Estados Unidos, onde a exploração de gás pode viabilizar a autossuficiência energética do país até 2035.
Por outro lado, sua aplicação envolve riscos de contaminação dos cursos de água e do lençol freático. Em virtude dessa possibilidade, ele é proibido em alguns países, como França e Alemanha.
“São aspectos complexos quanto aos licenciamentos a níveis municipal, estadual e federal. Mas acreditamos que temos plena competência para dar solução a tudo”, afirma o presidente da Câmara da Indústria de Petróleo e Gás da Fiemg, Victório Semionato. Segundo ele, o trabalho do grupo não será burocrático, e sim construtivo, com planos e programas pré definidos. “O foco será especificamente a bacia do São Francisco, que hoje é a mais desenvolvida para exploração do gás em Minas”, completou.
Investimento
Estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que as cinco empresas concessionárias (Cisco, Cemes, Codemig, Imetame e Petra Energia) já investiram mais de R$ 1 bilhão na bacia.
“É frustrante. Temos um potencial imenso e uma indústria capaz. O ponto crucial hoje é uma questão de remoção da liminar proposta pelo Ministério Público Federal em 2014 com a intenção de não permitir a exploração pelo método não convencional”, explicou o especialista da CNI, Rodrigo Garcia.
De acordo com o subsecretário de Política Mineral e Energética, José Guilherme Ramos, a colaboração do Estado para tirar a produção de gás natural do papel é o polêmico projeto de lei 2.946/15, em tramitação na Assembleia Legislativa. “Desde o início do ano estamos trabalhando para modernizar o licenciamento ambiental e acabar com o que há de obscuro com relação a exploração de gás natural”, destacou.

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