Tragédia em Salinas: BR-251, a “BR da morte”, faz seis vítimas da mesma família

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A madrugada desta terça-feira (21) ficará marcada pelo luto e pela dor em Salinas, no Norte de Minas. Um cenário de horror tomou conta da temida BR-251 — conhecida entre motoristas como a “BR da morte” — após um acidente brutal que exterminou seis pessoas de uma mesma família. A colisão frontal, registrada no km 263 da rodovia, envolveu um carro de passeio e uma carreta que cruzava o país. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o automóvel, que seguia em direção à Bahia, teria invadido a contramão, provocando o impacto devastador. Do outro lado, a carreta vinha de Lauro de Freitas (BA) com destino a Imbituba (SC). O motorista saiu ileso — mas do carro, ninguém escapou. Dentro do veículo, cenas que traduzem a dimensão da tragédia: pai, mãe, três filhos e a avó materna. Uma família inteira dizimada em segundos. As vítimas — um homem de cerca de 49 anos, sua esposa, três crianças de 3, 10 e 15 anos, e a avó de 59 — ficaram presas às ferragens retorcidas. Nem mesmo o cachorro da família sob...

Queijarias de Medeiros habilitadas pelo IMA podem vender para todo o estado

Agroindústria em Medeiros já certificada pelo IMA
As propriedades se adequaram às normas sanitárias com o acompanhamento do Instituto

Na pequena Medeiros, cidade com população de 3,6 mil habitantes e integrante do Circuito da Serra da Canastra, quatro produtores de queijo minas artesanal comemoram neste mês uma conquista importante para seus negócios. É que após dois anos de muito trabalho, acompanhado de rigorosa vistoria e adequação de suas agroindústrias às normas estabelecidas pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), eles concluíram o processo de cadastramento definitivo junto à Gerência de Certificação do Instituto. Isso significa que agora poderão expandir as vendas do produto para todo o estado.
O processo de adequação das agroindústrias familiares é realizado pelo Programa de Apoio à Regularização dos Estabelecimentos Rurais de Pequeno Porte implantado pelo IMA em 2012. O IMA já cadastrou 245 queijarias em todo o estado e outras 60 estão em processo de regularização.
“Todo produtor que pretende aderir ao mercado formal deve procurar o IMA. A regularização da unidade produtiva é um grande passo pois, além de atestar a qualidade do queijo e da agroindústria, agrega valor ao produto que, melhor remunerado, contribui para aumentar a renda do produtor”, argumenta o gerente de Educação Sanitária e Apoio à Agroindústria Familiar do IMA, Gilson Sales.

Orientação
Com a implementação da lei estadual nº 19.476 , de janeiro de 2011, que regulariza as pequenas agroindustriais rurais, os estabelecimentos menores tiveram a permissão de continuar produzindo até se adequarem totalmente às normas sanitárias.
Essa condição é válida por um período de dois anos, tempo concedido pelo IMA para que o proprietário ajuste sua produção rumo à obtenção do cadastro ou registro definitivo, como aconteceu com as quatro agroindústrias de Medeiros.
“Os produtores passam por um processo de regularização que envolve a assinatura de um termo de compromisso de dois anos, período no qual têm o acompanhamento e a orientação de técnicos do Instituto”, esclarece.
O responsável pelo Programa na região e chefe do escritório do IMA em Bambuí, cidade que supervisiona o município de Medeiros, Reginaldo Carvalho, relata que a conquista das queijarias de Medeiros é fruto de um longo processo de adequação baseado na fiscalização da sanidade do rebanho, da infraestrutura física da unidade produtiva, da saúde dos trabalhadores, da qualidade da água e das boas práticas de fabricação.
“O processo é demorado e minucioso, mas a vantagem é que eles continuam produzindo e vendendo seus produtos, podendo investir na adequação da pequena agroindústria”, argumenta.
As quatro pequenas agroindústrias de Medeiros atenderam às regras de segurança alimentar, saúde e meio ambiente e, por isso, conquistaram o cadastro definitivo e receberam um certificado, o que é um diferencial competitivo no mercado.
“Para se cadastrar o produtor vai a um escritório do IMA e solicita uma visita técnica à propriedade. Depois dessa visita é assinado o termo de compromisso para a realização das adequações necessárias. Durante os dois anos de vigência, o produtor pode comercializar o queijo e, se cumprir todas as exigências, terá sua queijaria habilitada”, conclui Reginaldo Carvalho.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

Fonte: ASCOM Governo de Minas Gerais

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