Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Não é de colecionador, diz sócio da Duff Brasil, a cerveja d'Os Simpsons'


Vinte e dois anos. Esse é o tempo que os fãs brasileiros esperam para descobrir qual é o gosto da Duff, a cerveja predileta de Homer Simpson. A espera agora acabou: chega nesta semana ao país a versão real da bebida alcoólica que Moe serve em sua taberna desde 1989.

A Duff brasileira não tem nenhuma relação oficial com a animação de Matt Groening. O animador, que jamais desejou que a bebida ganhasse vida para não estimular o consumo da criançada, viu em 2006 o mexicano Rodrigo Contreras transformá-la em realidade ao copiar seu nome e logotipo. Desde então o empresário a exportou para a Europa e criou um braço sul-americano na Colômbia e no Chile. É essa a Duff que vem ao Brasil pelas mãos do colombiano Gustavo Mejía.

“Ela é vendida lá fora há sete anos e, desde então, a Fox [dona dos direitos de imagem do desenho] nunca fez nada. Não vinculamos a cerveja com ‘Os Simpsons’”, explica Conrado Kaczynski, da Duff Brasil. Segundo ele, o objetivo principal da marca é estimular o consumidor a não experimentar a bebida apenas uma vez. “Sabemos que o apelo dela é muito interessante, mas não se trata de uma cerveja para colecionador. Nossa preocupação é com a 2ª venda”, continua.

A Duff do mundo amarelo de “Os Simpsons” é barata e ruim; a real é premium, cara e não sairá em latinha: vai custar entre R$ 8 e R$ 10 e será vendida no tamanho long neck (355ml) em 35 bares de São Paulo e nos quiosques da rede Mr. Beer, presente também no Rio de Janeiro, Paraná e Brasília. Vinte bares paulistanos (os nomes são guardados em segredo) a receberão a partir desta sexta-feira (25).

Em cada parte do mundo a Duff de Contreras ou de outras empresas que também se aproveitaram do desleixo de Groening têm uma receita diferente (veja o infográfico acima). Por aqui ela será puro malte (sem conservantes) e terá uma mistura de dois tipos de malte e três de lúpulo. Seu teor alcoólico será de 5%. A responsável por sua produção é a cervejaria Saint Bier, de Santa Catarina.

“Ela chega mesmo no começo de dezembro. Estamos produzindo mil caixas de 24 garrafas”, enumera o sócio da Duff Brasil. “O público que esperamos que compre a cerveja é aquele acima de 25 anos, que começou a beber cervejas mais sofisticadas, como a Colorado e a Eisenbahn, e que está atrás de uma marca mais divertida”, completa.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

Fonte: G1

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