Cavalgada histórica marca anúncio do futuro hospital e reforça nova fase de desenvolvimento em Varzelândia

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Varzelândia viveu um dos momentos mais simbólicos de sua história recente no último dia 7 de março, quando as comemorações pelos 63 anos do município ganharam um capítulo especial de tradição, emoção e esperança. A cavalgada comemorativa, que percorreu as ruas da cidade reunindo cavaleiros, amazonas e famílias inteiras, transformou-se em um verdadeiro encontro do povo varzelandense com suas raízes e, ao mesmo tempo, com o futuro que começa a ser construído. Promovido dentro da proposta da Administração “Do Povo Para o Povo”, o evento reforçou o compromisso da gestão do prefeito Amâncio Oliva em valorizar a cultura local, fortalecer a união da comunidade e apresentar, de forma transparente, os avanços e projetos que estão moldando uma nova realidade para o município. Ao longo do percurso, o clima era de celebração. Crianças, jovens, adultos e idosos acompanharam a cavalgada que, mais do que um evento festivo, tornou-se uma demonstração de pertencimento e orgulho pela história da cidade....

Holandês constrói Arca de Noé e quer levá-la às Olimpíadas



DORDRECHT, Holanda. Segundo o livro do "Gênesis", após Noé fazer sua arca e vencer o dilúvio, Deus criou um arco-íris e prometeu não provocar outra enchente daquelas proporções. Mesmo assim, o holandês Johan Huibers, 60, passou os últimos anos construindo uma arca de tamanho idêntico à que Noé teria construído: 300 cúbitos (135 m) de comprimento; 30 cúbitos (13,5 m) de altura - ou três andares - e 50 cúbitos (22,5m) de largura.

Ele está construindo a arca com pinheiro sueco, pois algumas versões da Bíblia descrevem que Deus mandou Noé usar "madeira resinosa", que Huibers acredita ser pinheiro. "Devemos terminar até o meio de julho", disse ele enquanto guiava um visitante pelos deques cavernosos da arca. "Talvez um pouco mais tarde".

Diferentemente de Noé, Huibers teve que seguir os padrões de seguranças holandeses contra incêndio. Para isso, ele instalou uma âncora especial que qualifica a arca de 2.970 toneladas como um prédio, em vez de uma embarcação. Além disso, ele terá que pintar a arca, dentro e fora, com três camadas de verniz retardador de fogo.

Na verdade, essa não é a primeira arca que Huibers constrói. Ele começou a sonhar com uma arca em 1992, pouco depois de uma tempestade forte assolar a região costeira a norte de Amsterdã, onde ele mora.

Alguns vizinhos, porém, não gostaram da ideia. "O navio acaba com a nossa vista", reclama o aposentado Gerrit Kruythoff, 65, que mora com sua família há 42 anos na casa geminada de tijolo a mostra perto do estaleiro onde Huibers está trabalhando com a ajuda de dois dos seus três filhos e alguns amigos. "Costumávamos ter uma vista de todo o caminho até o rio. Dava para ver até os barcos passando".

Nem todos os vizinhos de Huibes são contra. "Ela é bonita por dentro e por fora - as escadarias, as portas", disse empolgada Annie van der Luytgaarden, que frequentemente passeia com seu cachorro Spikey à sombra da arca. "Até já perguntei se posso participara da viagem inaugural", brincou Annie, com um sorriso nos lábios. "Eu lavo os pratos".

Outros, porém, têm dúvida se a arca é navegável. "Ela não é muito náutica; é bem pesada", disse Bas Keyzer, 46. "Mas ela certamente parece uma arca".


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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