Cavalgada histórica marca anúncio do futuro hospital e reforça nova fase de desenvolvimento em Varzelândia

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Varzelândia viveu um dos momentos mais simbólicos de sua história recente no último dia 7 de março, quando as comemorações pelos 63 anos do município ganharam um capítulo especial de tradição, emoção e esperança. A cavalgada comemorativa, que percorreu as ruas da cidade reunindo cavaleiros, amazonas e famílias inteiras, transformou-se em um verdadeiro encontro do povo varzelandense com suas raízes e, ao mesmo tempo, com o futuro que começa a ser construído. Promovido dentro da proposta da Administração “Do Povo Para o Povo”, o evento reforçou o compromisso da gestão do prefeito Amâncio Oliva em valorizar a cultura local, fortalecer a união da comunidade e apresentar, de forma transparente, os avanços e projetos que estão moldando uma nova realidade para o município. Ao longo do percurso, o clima era de celebração. Crianças, jovens, adultos e idosos acompanharam a cavalgada que, mais do que um evento festivo, tornou-se uma demonstração de pertencimento e orgulho pela história da cidade....

Há 30 anos o Brasil perdia um dos maiores nomes do humor


Amácio Mazzaropi nasceu no dia 9 de abril de 1912, no bairro Santa Cecília, em São Paulo. Filho de Bernardo Mazzaropi e Clara Ferreira, Mazzaropi foi para Taubaté com apenas dois anos. Na época, passava grande parte do tempo com o avô materno, exímio tocador de viola e dançarino, que morava na cidade de Tremembé.
Em 1919, sua família voltou para São Paulo, quando Mazzaropi ingressou no curso primário. Sua facilidade em decorar poesias e declamá-las era perceptível pelos professores e colegas de classe.
Em 1922, sua família retorna para Taubaté, em decorrência da morte de seu avô paterno. Mazzaropi começa, então, a frequentar o ambiente circense. Preocupados com essa proximidade do garoto com o circo, seus pais o mandam para morar com o tio Domenico Mazzaroppi, em Curitiba, onde ele começa a trabalhar na loja de tecidos da família.
Quando completou 14 anos, Mazzaropi retornou à capital paulista para tentar ingressar caravana do Circo La Paz. Para garantir uma renda e conseguir se manter na caravana, entre um número e outro, ele começa a contar causos em troca de pequenas gratificações. Em 1929, Mazzaropi decide voltar para Taubaté, por não conseguir mais se manter fora de casa. Porém, mesmo trabalhando como tecelão, Ele não consegue se manter longe dos palcos e continua atuando em espaços do bairro.
O jovem entusiasta circense foi convidado por Abílio Pereira de Almeida e Franco Zampari para fazer seu primeiro filme, intitulado Sai da Frente, em 1952. Até 1958, Mazzaropi fez mais cinco filmes. Neste ano ele criou a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi), que estreou com “Chofer de Praça”. Em 1959 ele estreia um programa de variedades que fica no ar até 1962. No ano seguinte, 1963, vai ao ar um de seus mais conhecidos filmes, “Jeca Tatu”. Em 1966, lança “O Corintiano”, que foi recorde de bilheteria do cinema nacional.

Em 1981, depois de 26 dias internado devido a um câncer na medula óssea, Mazzaropi morre, aos 69 anos, no hospital Albert Einstein de São Paulo. Ele nunca se casou, mas deixou um filho adotivo, Péricles Mazzaropi.



 

Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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