Ricardo Campos expõe crise energética nos grotões mineiros e lidera cobrança por dignidade no campo

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O deputado estadual Ricardo Campos colocou no centro do debate público uma realidade que ainda envergonha Minas Gerais: a pobreza energética enfrentada por comunidades rurais do Norte do Estado. A situação veio à tona após visita técnica da Comissão de Participação Popular da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, realizada nesta sexta-feira (27/02), a partir de requerimento apresentado pelo parlamentar. A agenda, articulada e conduzida por Ricardo Campos, percorreu quatro comunidades rurais do município de Grão Mogol: Vale das Cancelas, Bamburral, São Miguel (antiga comunidade Caveira) e Vista Alegre. O cenário encontrado foi alarmante: famílias vivendo com fornecimento precário de energia elétrica, impossibilitadas de utilizar chuveiros, acionar bombas d’água ou desenvolver atividades produtivas básicas. Ricardo Campos denuncia desigualdade energética Para Ricardo Campos, o que se verifica nessas comunidades é um problema estrutural que escancara a desigualdade entre regiões de Mina...

Câmara de Nova Porteirinha decide em setembro destino político de Regina Freitas


O dia 8 de setembro de 2025 pode marcar um divisor de águas na vida política da ex-prefeita de Nova Porteirinha, Regina Antônia de Souza Freitas. Nesta data, a Câmara Municipal irá votar a aprovação ou rejeição das contas da sua gestão referentes ao exercício de 2022, em uma sessão que promete ser acompanhada de perto pela população e pela imprensa.

A votação é decisiva: caso os vereadores optem por seguir o parecer do Ministério Público de Contas (MPC), que recomendou a rejeição das contas, Regina poderá ficar inelegível por oito anos, perdendo assim a chance de disputar cargos públicos durante esse período.

O que está em jogo
Segundo o parecer técnico, as contas da ex-prefeita apresentaram irregularidades ligadas ao cumprimento de metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Entre os pontos mais graves está o não cumprimento da Meta 1-A, referente à universalização da educação infantil, e da Meta 18, que trata do respeito ao piso nacional do magistério.

O relatório destacou ainda que o município não garantiu o pagamento integral do salário-base definido pelo governo federal em 2022, de R$ 3.845,63, aos profissionais da educação básica.

Essas falhas foram consideradas suficientes pelo MPC para recomendar a rejeição das contas, mesmo após a defesa da ex-prefeita.

O papel dos vereadores
A decisão agora está nas mãos dos nove vereadores de Nova Porteirinha. Em votações anteriores, a maioria dos parlamentares costumava justificar seus posicionamentos dizendo seguir a recomendação técnica dos órgãos de controle. Mas desta vez o cenário é diferente: o parecer não pede aprovação com ressalvas, e sim rejeição clara das contas.

O dilema é evidente: os vereadores vão seguir o parecer técnico e rigoroso do MPC ou vão optar por uma decisão política, contrariando a recomendação?

Acompanhamento da imprensa
Nosso jornalismo acompanhará cada detalhe da sessão e irá divulgar o voto de cada um dos vereadores, mostrando à população de Nova Porteirinha quem ficou do lado da legalidade e da transparência e quem optou por outro caminho.

O que se espera é que a decisão seja pautada pelo interesse público e pelo respeito aos princípios da gestão responsável. Afinal, a última palavra é da Câmara, e os olhares estão voltados para o plenário no próximo dia 8.

Possível inelegibilidade
Se a rejeição for confirmada, Regina Freitas ficará inelegível até 2033, abrindo um vácuo político importante no município. Essa possibilidade já movimenta bastidores e preocupa aliados, enquanto opositores reforçam o discurso de que a votação será um teste de independência do Legislativo.

O destino de Regina e o impacto dessa decisão para Nova Porteirinha estão nas mãos dos vereadores. A população, o Ministério Público de Contas e a imprensa estarão atentos para ver se prevalecerá a técnica ou a política.

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