Varzelândia protagoniza avanço histórico com ações de inclusão e igualdade racial

Imagem
A Prefeitura de Varzelândia, sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, segue consolidando uma gestão marcada pelo compromisso social, diálogo e desenvolvimento. Em um dia considerado histórico para toda a região, o município foi palco de um importante encontro promovido em parceria com o COMSAF, presidido pelo próprio gestor. O evento reuniu autoridades, lideranças e representantes de diversas comunidades, fortalecendo o debate em torno de políticas públicas voltadas à igualdade racial e à promoção de direitos. A presença do secretário da SENAPIR, Clédisson Geraldo dos Santos Júnior, trouxe ainda mais relevância ao encontro, evidenciando a integração entre os governos municipal e federal na construção de uma sociedade mais justa. Mais do que a formalização de iniciativas, o momento foi marcado pela escuta ativa, pelo diálogo construtivo e pelo fortalecimento de ações concretas que ampliam oportunidades e garantem dignidade à população. A gestão “Do Povo Para o Povo” demonstra, na prát...

Rio Pardo de Minas: médico esquece pedaço de pinça em coluna de paciente e é condenado a pagar R$ 50 mil


A 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou a sentença da Comarca de Rio Pardo de Minas que condenou um médico, um hospital e uma seguradora de saúde a indenizar um paciente em R$ 50 mil por danos morais, devido à permanência de um fragmento de pinça cirúrgica na coluna do paciente durante um procedimento.

Em novembro de 2004, o paciente foi submetido a uma cirurgia de hérnia de disco lombar e, após a intervenção, passou a sentir dores intensas no local operado. Três dias depois, foi submetido a uma nova cirurgia, quando se confirmou a presença do fragmento do instrumento cirúrgico.

Recuperado, o paciente ingressou com ação judicial pleiteando indenizações pelo erro médico. Ele alegou que, além da falha na execução do procedimento, houve omissão ao não informarem a verdadeira razão para a segunda cirurgia. Como consequência, sustentou ter sofrido sequelas e prejuízos de ordem física, estética e moral, além de perdas materiais, pois sua capacidade de trabalho como produtor rural foi reduzida.

O médico argumentou que a perícia não demonstrou que as dores pós-operatórias estavam diretamente relacionadas à cirurgia realizada ou à presença do fragmento de pinça. A seguradora defendeu que a responsabilidade dos hospitais pela atuação dos profissionais é subjetiva e depende de comprovação de culpa.

Os representantes do hospital alegaram que a quebra de instrumentos cirúrgicos é um evento atípico, mas passível de ocorrer conforme descrito na literatura médica, não caracterizando, necessariamente, negligência, imperícia ou imprudência da equipe.

Em primeira instância, os três denunciados foram condenados, de forma solidária, a pagar a indenização de R$ 50 mil, sendo que a seguradora deve arcar com o montante até o limite da apólice contratada.

Todas as partes recorreram. O paciente solicitou o aumento da indenização e a inclusão de danos materiais no cálculo da condenação.

O relator do processo no TJMG, desembargador José Américo Martins da Costa, manteve a decisão, considerando que houve negligência na atuação do médico ao deixar um pedaço de pinça na coluna do paciente durante o procedimento.

Quanto ao valor dos danos morais, o magistrado avaliou que o montante definido na sentença inicial deveria ser mantido, por estar de acordo com os danos sofridos, a capacidade econômica das partes e por cumprir o papel de reparo e punição pelo ato ilícito.

Por outro lado, o pedido de indenização por danos materiais foi negado, pois o relator entendeu que não houve comprovação suficiente dos prejuízos alegados.

Os desembargadores Octávio de Almeida Neves e Lúcio Eduardo de Brito acompanharam o voto do relator, consolidando a decisão pela responsabilidade do hospital, do médico e da seguradora no caso.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Em Janaúba, homem é baleado na cabeça em frente à própria casa; estado é grave

Bomba política em Jaíba! Doze anos após cassação, prefeito Jimmy Murça volta ao banco dos réus e pode perder o cargo novamente

Vídeo: tragédia em Porteirinha; disputa por herança resulta em tio assassinado por sobrinho em Tocandira