Delação premiada fez devassa no grupo união
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A operação realizada em Janaúba (Fotos: Divulgação) |
Na semana passada a “Operação União” foi realizada pelo Ministério Público e Secretaria Estadual da Fazenda. Na delação premiada, o funcionário confirmou ser laranja, pois uma das empresas está em seu nome, enquanto seu padrão de vida é inadequado para essa situação. Ele é funcionário de uma drogaria e tinha outra drogaria em seu nome.
O delegado fiscal Gilmar Soares Barbosa explica que foi iniciada a investigação sobre a situação das empresas, que estavam em nome de mais de 10 pessoas, mas tinham a movimentação financeira comandada por Edson Carlos e sua família. A forma encontrada pelo esquema foi de colocar a empresa em nomes de laranjas e com isso, sonegar os impostos. O empresário nunca aparecia.
Porém, durante as investigações o Ministério Público e a Receita Estadual conseguiram a colaboração de um funcionário e foi assim que se descobriu o rombo de R$ 1 milhão, conforme documentos obtidos durante a operação, com base em ordem judicial. Depois de realizada a operação, veio a informação de mais uma empresa em nome de laranja: uma cerâmica, cuja localização é desconhecida. A GAZETA apurou que o grupo tinha analisado montar uma cerâmica em Jaíba.
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Os materiais apreendidos (Foto: Divulgação) |
Fonte: Gazeta
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