Cultura, fé e memória ganham destaque em Varzelândia com lançamento literário na Praça Cícero Dumont

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A cidade de Varzelândia vive mais um momento de valorização cultural e fortalecimento da identidade local. Neste sábado, 7 de março, a partir das 17h, a Praça Cícero Dumont será palco de um encontro especial entre literatura, história e comunidade, com a presença do escritor João de Deus Gonçalves, autor do livro “Padre José Silveira dos Anjos – Testemunho de Digno Missionário de Cristo”. A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura de Varzelândia, por meio da administração Do Povo Para o Povo, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, que tem buscado incentivar ações que valorizem a cultura, preservem a memória e reconheçam os talentos que fazem parte da história do município. Durante o evento, o autor estará presente em um dos estandes montados na praça para apresentar sua obra, conversar com leitores, receber visitantes e realizar uma sessão de autógrafos, proporcionando um momento de proximidade entre o escritor e a comunidade. A programação promete reunir amantes da literatura, pesqui...

Delação premiada fez devassa no grupo união

A operação realizada em Janaúba (Fotos: Divulgação)

(Por Girleno Alencar) Uma delação premiada feita por ex-funcionário do empresário Edson Carlos Ferreira culminou com a devassa no grupo empresarial dono de hotéis, drogarias, postos de combustíveis e até mesmo cerâmica em Janaúba, Jaíba, São João da Ponte e Verdelândia, no Norte de Minas. Já foi identificada fraude de R$ 1 milhão com a sonegação de impostos nas empresas e a análise dos documentos apreendidos podem chegar ao rombo de R$ 4 milhões.

Na semana passada a “Operação União” foi realizada pelo Ministério Público e Secretaria Estadual da Fazenda. Na delação premiada, o funcionário confirmou ser laranja, pois uma das empresas está em seu nome, enquanto seu padrão de vida é inadequado para essa situação. Ele é funcionário de uma drogaria e tinha outra drogaria em seu nome.

O delegado fiscal Gilmar Soares Barbosa explica que foi iniciada a investigação sobre a situação das empresas, que estavam em nome de mais de 10 pessoas, mas tinham a movimentação financeira comandada por Edson Carlos e sua família. A forma encontrada pelo esquema foi de colocar a empresa em nomes de laranjas e com isso, sonegar os impostos. O empresário nunca aparecia.

Porém, durante as investigações o Ministério Público e a Receita Estadual conseguiram a colaboração de um funcionário e foi assim que se descobriu o rombo de R$ 1 milhão, conforme documentos obtidos durante a operação, com base em ordem judicial. Depois de realizada a operação, veio a informação de mais uma empresa em nome de laranja: uma cerâmica, cuja localização é desconhecida. A GAZETA apurou que o grupo tinha analisado montar uma cerâmica em Jaíba.

Os materiais apreendidos (Foto: Divulgação)

Fonte: Gazeta

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