Fé, dedicação e compromisso: vereador Lucas Fernandes se destaca na preparação de grande ato religioso em Janaúba

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Em um gesto que une fé, articulação institucional e compromisso com a comunidade, o vereador Lucas Fernandes tem se destacado pelo empenho na organização de um dos maiores momentos religiosos já vividos pela cidade: a Consagração da Diocese de Janaúba a São Miguel Arcanjo. Nesta quinta-feira, 09 de abril, marcada por propósito e missão, o parlamentar acompanhou de perto os preparativos do evento, reforçando seu compromisso não apenas com a gestão pública, mas também com os valores espirituais que fortalecem a identidade do povo janaubense. Ao lado do Padre Thales, um dos principais organizadores, Lucas Fernandes participou ativamente de reuniões estratégicas para garantir que cada detalhe da celebração seja conduzido com excelência. A agenda incluiu importantes articulações com representantes da administração municipal, como o chefe de gabinete do prefeito Jucélio Rodrigues, além de alinhamentos com a Secretaria de Obras, sob responsabilidade de Ailson Rocha, e com a Procuradoria do Mu...

STJ mantém ex-prefeito Maurílio Arruda, de Januária/MG, em prisão preventiva domiciliar

(Por Fábio Oliva) A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou recurso em habeas corpus apresentado pelo advogado Maurílio Néris de Andrade Arruda (PTC), ex-prefeito de Januária/MG, que responde a acusação de crimes contra a administração pública e está em prisão preventiva domiciliar.
O ex-prefeito, o então secretário municipal de Educação e um sócio de empresa vencedora de licitação são investigados por suposto envolvimento em 19 crimes. Além do delito de formação de quadrilha, a acusação cita oito fraudes à licitação e dez crimes de responsabilidade, os quais teriam causado prejuízo de cerca de R$ 580 mil à fazenda pública.
Maurílio Arruda foi preso em setembro de 2013. Depois disso, o secretário de Desenvolvimento Social do município em sua gestão, que é testemunha no processo, teria passado a receber telefonemas intimidadores do ex-prefeito, os quais supostamente objetivavam influenciar seu depoimento.
No STJ, a defesa do ex-prefeito questionou a necessidade da prisão preventiva e alegou que não foram atendidos os requisitos para a medida. Disse ainda tratar-se de réu primário, com residência fixa, bons antecedentes e trabalho lícito.

Segregação justificada
O desembargador convocado Leopoldo de Arruda Raposo, relator do recurso, entendeu que a prisão preventiva está “devidamente justificada para a garantia da ordem pública em razão da gravidade concreta do delito”.
A conveniência da instrução criminal também foi fator decisivo para a manutenção da custódia cautelar devido à intimidação de testemunha e ao fato de Maurílio Arruda, apesar de não ser mais prefeito de Januária, ocupar cargo de influência política na região – o de procurador do município de Claro dos Poções.
Por fim, o relator explicou que as alegadas condições subjetivas favoráveis do réu não impedem a prisão cautelar quando presentes os requisitos legais para sua decretação.

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