Asfalto chega ao Boqueirão da Lagoa: Prefeitura de Varzelândia executa 2 quilômetros de pavimentação e leva mais infraestrutura à zona rural

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A transformação da infraestrutura rural de Varzelândia ganha mais um importante capítulo. A comunidade de Boqueirão da Lagoa está recebendo 2 quilômetros de pavimentação asfáltica, em uma obra realizada pela Prefeitura Municipal, na administração “Do Povo Para o Povo”, do prefeito Amâncio Oliva. A iniciativa representa um avanço para a mobilidade dos moradores e reforça os investimentos em melhorias nas condições de tráfego na zona rural do município. O trabalho em execução demonstra a atenção da gestão municipal às necessidades das comunidades rurais, onde a qualidade das estradas tem influência direta na rotina das famílias, no deslocamento dos trabalhadores e no transporte da produção agropecuária. Com a implantação do asfalto, a expectativa é proporcionar mais conforto, segurança e melhores condições de circulação para quem utiliza diariamente o trecho contemplado. Gestão de Amâncio Oliva leva infraestrutura para mais perto da população rural A pavimentação de 2 quilômetros em Boqu...

Janaúba: Justiça decreta prisão preventiva para investigados em fraudes no DPVAT

(G1) O juiz da Comarca de Janaúba (MG), Ériton José Sant'ana Magalhães, deferiu a conversão da prisão temporária em preventiva para 12 presos investigados na  operação “Tempo de Despertar”, deflagrada no dia 13 deste mês, e que apura fraudes no seguro DPVAT.  Entre as pessoas que continuam detidas há dois investigadores da Polícia Civil, quatro empresários, quatro advogados, um médico e um diretor de um hospital.
Segundo o Ministério Público e a Polícia Federal, apenas no Norte de Minas os prejuízos com as fraudes chegam a R$ 28 milhões em um ano, no Brasil o rombo pode alcançar R$ 1 bilhão.
Inicialmente, os juízes de Janaúba e Montes Claros (MG) determinaram a prisão de 41 pessoas. A ordem judicial era de cinco dias, com possível prorrogação pelo mesmo período, mas apenas o magistrado de Janaúba autorizou a extensão do prazo. A partir disso, Ériton Magalhães determinou também que os 12 envolvidos fossem presos preventivamente.
O magistrado de Montes Claros, Fausto Geraldo Ferreira Filho não autorizou a prorrogação da prisão temporária por acreditar que o prazo inicial, de cinco dias, foi suficiente para o recolhimento de provas, um dos objetivos deste tipo de reclusão. Com isso, os investigados que respondiam ao processo na Comarca de Montes Claros foram liberados.
Como parte dos presos eram alvo de investigações nos dois municípios, enquanto o magistrado de Montes Claros autorizou que sete dos oito advogados pudessem ficar recolhidos em casa, o de Janaúba determinou que somente quatro poderiam ser beneficiados pela prisão domiciliar.

Investigação
As investigações apontaram um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão em todo país. Entre os envolvidos estão empresários, profissionais de saúde, policiais civis e militares e advogados. Membros da Seguradora Líder, administradora do seguro, também participam do esquema, segundo o MP e a PF.

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