Grão Mogol mergulha em tragédia: BR-251, a “rodovia da morte”, vira cenário de caos, sangue e desespero

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A temida BR-251, conhecida por muitos como a “rodovia da morte”, voltou a ser palco de uma tragédia devastadora na manhã deste sábado (18), nas proximidades de Grão Mogol, no Norte de Minas. O cenário foi de destruição, correria e dor: duas pessoas morreram e pelo menos oito ficaram feridas após um grave acidente envolvendo três veículos. O impacto aconteceu no km 428 da rodovia, um trecho já marcado por histórico de acidentes. Segundo informações apuradas no local, uma carreta bitrem tombou na pista no sentido Salinas e, de forma violenta, atingiu um caminhão e uma van da saúde da Prefeitura de São João do Paraíso, que seguiam no sentido contrário. As imagens que ficaram para trás são de cortar o coração. No caminhão atingido estavam as duas vítimas fatais, que não resistiram à força do impacto. Já na van da saúde, que transportava pacientes, o cenário foi de puro desespero. Sete pessoas estavam no veículo no momento da colisão. Entre os feridos, casos graves chamaram a atenção das eq...

Índios Xakriabás se reúnem com Ministério Público em Montes Claros

Cerca de 500 índios da tribo Xakriabá reinvindicam reintegração de terras da fazenda São Judas Tadeu. (Foto: Divulgação / Conselho Missionário Indigenista (CIMI) - Leste II)
As principais lideranças da comunidade indígena Xakriabá estiveram reunidas com o Ministério Público Federal na tarde desta segunda-feira (16), em Montes Claros (MG). A reunião, que foi solicitada pelos índios, teve como finalidade discutir assuntos de interesse da comunidade, como saúde e questões territoriais.
Entre os pleitos da comunidade, a ocupação da fazenda em Itacarambi, no Norte de Minas, também esteve na pauta. Segundo o procurador da República Marcelo Serqueira, os índios xakriabás permanecem no local até que seja julgada a ação de reintegração de posse, feita pelos proprietários da fazenda.
Ainda segundo o procurador, essa ação foi revogada, uma vez que não atendia o estatuto do índio, que prevê a intimação prévia da Funai e da União. "Fizemos uma petição de revogação dessa liminar, que foi prontamente atendida, uma vez que a ação não respeitava o estatuto, e por isso o Ministério Público ainda não se manifestou. Agora vamos aguardar o julgamento da questão do mérito, que será feito na 2ª Vara Federal", diz.
De acordo com o advogado que representa os índios, André Alves de Souza, a reunião foi bastante positiva, uma vez que o Ministério Público assegura os interesses dos índios. "O objetivo dessa reunião foi levar ao MP algumas preocupação da comunidade indígena, que teme que os conflitos sejam acirrados depois da revogação dessa liminar", diz.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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