Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Desde o início do ano, 15 morreram de dengue em MG

Neste ano, a dengue já matou 15 pessoas em Minas Gerais, duas vítimas a menos que durante todo o ano de 2012. De acordo com o balanço mais recente dos casos, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Estado (SES), anteontem, as mortes mais recentes, contabilizadas na última semana, foram em Montes Claros (2) e São João da Ponte (1), ambas no Norte do Estado; e em Uberaba (1), no Triângulo Mineiro.
Segundo os dados, somente em 2013, foram notificados 78.242 casos de dengue em Minas. Os três municípios com maior número de ocorrências são Uberaba, com 7.684, Belo Horizonte, com 7.397, e Ipatinga, no Vale do Aço, com 5.642. 
Infestação. Ainda segundo a SES, pesquisas apontam que mais de 80% dos focos de Aedes aegypti, mosquito transmissor da enfermidade, encontram-se dentro dos domicílios. A troca de gestão ocorrida em aproximadamente 83% das prefeituras desmobilizou muitas equipes de controle e vigilância, o que pode ter acarretado atraso na digitação e envio da informação do número de casos, diz o órgão.
Historicamente, observa-se que maio e novembro são os meses com maior concentração de registros da doença, em função das condições climáticas favoráveis.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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