Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Galo deixa escapar dois pontos em casa

Atacante Jô marcou o gol do Galo de pênalti e foi um dos melhores em campo
O Atlético teve tudo para conquistar mais três pontos e manter os 100% de aproveitamento no Campeonato Brasileiro, ontem à noite, diante do Bahia, no Independência, mas deixou a vitória escapar ao pecar muito nas finalizações e, também, por uma pitada de azar.
Ainda sem condições legais de jogo - devido à burocracia da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj)-, o meia-atacante Ronaldinho Gaúcho teve que se limitar ao papel de torcedor do Atlético no empate do time diante do Bahia, por 1 a 1, ontem, no Independência. O jogador ficou longe dos holofotes. Após ficar concentrado com os jogadores na Cidade do Galo, ele chegou no mesmo ônibus da equipe, esteve no vestiário e subiu para o andar de cima, ao lado do placar eletrônico, de onde assistiu toda a partida.
R49 ficou ao lado dos companheiros sem condições de jogo, como os machucados André e Neto Berola. "Ele está com muita vontade de jogar", disse Berola. "É ruim, é chato ver o jogo de fora", disse André.
Ronaldinho passou a maior parte do tempo sentado, com as mão sobre o queixo. Fora do campo de visão, os fotógrafos precisaram se virar para conseguir uma imagem. No gol alvinegro, ele extravasou. Levantou-se, abriu o sorriso e foi comemorar junto ao parapeito, aplaudindo.
Entre uma conversa e outra com um colega, o craque não poderia deixar de lado o seu instinto "pegador". Com as belas garotas-propaganda do Galo na Veia ao lado, no estacionamento, vez ou outra, ele desviava o olhar da partida.
O torcedor Ronaldinho parecia que daria sorte ao Atlético, mas o gol de empate baiano esfriou sua animação. Nos minutos finais, esboçou pouca reação. A não ser no finzinho, quando o Atlético acertou duas bolas na trave: ele deu um salto, colocou a mão na cabeça, como quem não acreditava. Na saída do estádio, o jogador seguiu em um Ford Fusion, dirigido pelo irmão Assis. No banco da frente, o companheiro Jô. Ronaldinho estava no banco de trás, com o sobrinho Diego, que está treinando no time júnior do Atlético.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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