Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Seca coloca 79 municípios em situação de emergência



Ajuda. Moradores da cidade de Janaúba receberam cisternas em 2010 e, neste ano, voltaram a sofrer com a estiagem prolongada.


A seca que atinge Minas Gerais colocou a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) em alerta. Até ontem, 79 municípios no Estado haviam decretado situação de emergência. O número, considerado alto, aproxima-se dos 111 somados ao longo dos 12 meses do ano passado, quando 772 mil pessoas foram atingidas pela estiagem prolongada.

Mas o que mais preocupa as prefeituras é que, pelas estimativas da meteorologia, alguns municípios só terão chuva na segunda quinzena de outubro. Normalmente, o período de seca vai de maio a setembro.

Das 79 cidades que não registram uma gota sequer de chuva nos últimos 60 dias, 59 estão na região Norte do Estado. As cidades de Joaquim Felício e Augusto de Lima, ambas na região Central, além de Itambacuri, no Vale do Rio Doce, e outros 16 municípios do Vale do Jequitinhonha, estão na mesma situação.

De acordo com o superintendente técnico operacional da Cedec, major Edylan Arruda, a população rural nessas localidades é a mais afetada. A escassez de água afeta o abastecimento em muitas casas, uma vez que as populações sobrevivem principalmente do que vem das pequenas plantações.

Cestas básicas e água potável em caminhões-pipa foram enviadas às cidades por meio das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (Comdecs). Outra medida emergencial, segundo o major Edylan, é a construção de cisternas. A instalação dos reservatórios, porém, depende de licitação e só deve ser concluída no mês que vem.

"Isso é o mais importante para amenizar os efeitos da seca, além da construção de represas", explicou o major. Segundo ele, a previsão é que 752 cisternas sejam instaladas nas cidades afetadas pela seca.

Segundo o meteorologista do Centro de Meteorologia MinasTempo, Ruibran dos Reis, a estiagem acentuada neste ano é conseqüência da chuva escassa em janeiro e fevereiro. Ele explicou que nem mesmo as precipitações registradas em março foram capazes de abastecer os municípios.

De acordo com o chefe da seção de previsão do 5º Distrito de Meteorologia de Minas Gerais (Inmet), Jorge Luiz Moreira, o Norte de Minas é mais afetado por estar no chamado Polígono da Seca - região do semiárido brasileiro formada também pelos Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Espírito Santo.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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