Tragédia em Salinas: BR-251, a “BR da morte”, faz seis vítimas da mesma família

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A madrugada desta terça-feira (21) ficará marcada pelo luto e pela dor em Salinas, no Norte de Minas. Um cenário de horror tomou conta da temida BR-251 — conhecida entre motoristas como a “BR da morte” — após um acidente brutal que exterminou seis pessoas de uma mesma família. A colisão frontal, registrada no km 263 da rodovia, envolveu um carro de passeio e uma carreta que cruzava o país. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o automóvel, que seguia em direção à Bahia, teria invadido a contramão, provocando o impacto devastador. Do outro lado, a carreta vinha de Lauro de Freitas (BA) com destino a Imbituba (SC). O motorista saiu ileso — mas do carro, ninguém escapou. Dentro do veículo, cenas que traduzem a dimensão da tragédia: pai, mãe, três filhos e a avó materna. Uma família inteira dizimada em segundos. As vítimas — um homem de cerca de 49 anos, sua esposa, três crianças de 3, 10 e 15 anos, e a avó de 59 — ficaram presas às ferragens retorcidas. Nem mesmo o cachorro da família sob...

ASSESSORIA DE IMPRENSA - PMMG


ESTADO DE MINAS


GERAIS
INSEGURANÇA

Na mira dos assaltantes
Cinco meses depois de o governo estadual ter sancionado lei para combater a saidinha de
banco, esse crime continua desafiando as autoridades e deixando a população assustada. Somente
em dois dias da semana passada foram registradas oito ocorrências desse tipo, mostrando que a
proibição de uso de celular nas agências bancárias e a instalação de divisórias nos caixas não
surtiram efeito. Os criminosos não se intimidaram e quem é obrigado a retirar dinheiro nos bancos
se sente à mercê das quadrilhas que agem principalmente na Região Centro-Sul de Belo Horizonte,
mas também atacam em outras áreas da cidade e em alguns municípios da Região Metropolitana.
Para os especialistas em segurança pública, a principal razão para a continuidade dos assaltos nas
proximidades das agências bancárias são falhas na investigação da polícia para identificar e
desarticular as quadrilhas. A delegacia especializada do Departamento de Investigação de Crimes
Contra o Patrimônio só investiga situações onde o valor roubado ultrapassa R$ 65.400, o
equivalente a 120 salários mínimos. Os outros casos ficam sob responsabilidade das delegacias
distritais.
“A lei que proíbe o uso de celular nas agências não ajudou muito. A única forma de se evitar a
saidinha de banco é fazer uma investigação minuciosa para descobrir e desmontar essas quadrilhas
especializadas, o que não tem sido bem feito. Esse não é um crime de oportunidade e aventura.
Envolve uma forma específica de preparação e abordagem. E até agora não foram investigadas as
técnicas dos criminosos para identificar as potenciais vítimas. Se o celular era o grande
determinante, eles já mudaram de tática”, afirma o ex-secretário de Defesa Social e secretárioexecutivo
do Instituto Minas Pela Paz, o sociólogo Luís Flávio Sapori.
Não existe levantamento específico desse tipo de crime. A polícia considera a saidinha crime contra
o patrimônio e os dados são compilados junto com ocorrências de furtos, roubos e outras
modalidades criminosas. A Polícia Civil estima uma média de 70 saidinhas por mês. A polícia
também sabe onde os criminosos agem com maior frequência: o Hipercentro e a Região Centro-Sul.
Se noto alguém suspeito, dou um tempo. O que ocorre é que a gente é muito confiante e nunca acha
que vai acontecer nada de ruim.

   16 DE MAIO – 2011 – SEGUNDA-FEIRA


SÍNTESE DE MÍDIA

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