Janaúba abraça o Setembro Amarelo e reforça cuidado com a saúde mental e valorização da vida

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Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do CAPS III Florescer, inicia campanha com acolhimento, musicoterapia e orientação. Tema “Escutar é estar presente” destaca a importância de oferecer apoio a quem enfrenta momentos de sofrimento emocional. Cuidar da saúde pública também significa acolher, ouvir e estar presente nos momentos em que uma pessoa mais precisa. Com esse compromisso, a Prefeitura de Janaúba, através da Secretaria Municipal de Saúde e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS III) Florescer, deu início, nesta terça-feira, 1º de setembro, às ações da campanha Setembro Amarelo. Neste ano, a iniciativa traz como tema “Escutar é estar presente”, uma mensagem que traduz a importância do diálogo, da empatia e do acolhimento como instrumentos fundamentais na promoção da saúde mental. A campanha busca sensibilizar a população sobre a necessidade de falar sobre sofrimento emocional sem julgamentos, combater preconceitos e, principalmente, incentivar as pessoas a pro...

Nova Porteirinha: Murilo da Padaria e Tereza do Social votam contra PSPPs e projeto acaba “assado” antes de chegar ao plenário


Proposta que, segundo a Prefeitura, abriria caminho para novas parcerias e investimentos foi arquivada na Comissão de Legislação. Tereza do Social e Murilo da Padaria votaram contra; Abençoado votou favoravelmente.

A política de Nova Porteirinha ganhou mais um daqueles capítulos em que o eleitor termina com a pergunta amarga na boca: “Mas, afinal, quem ganhou com isso?”
Spoiler: ninguém do povo.

O projeto das Parcerias Sociais Público-Privadas (PSPPs) foi arquivado nesta quinta-feira (3) na Comissão de Legislação da Câmara Municipal. Tereza do Social e Murilo da Padaria votaram contra. O vereador Abençoado votou a favor. E o projeto nem precisou enfrentar o plenário: foi sepultado ainda na comissão, com a discrição de quem prefere fazer o serviço sujo longe dos holofotes.

As justificativas oficiais? Preocupações com endividamento, contratos longos e “adequação” a um município pequeno. Discursos de responsabilidade fiscal que soam bem em áudio de WhatsApp, mas soam oco quando se trata de abrir portas de investimento. Do outro lado, a Prefeitura afirma que a proposta criava exatamente um instrumento para atrair parceiros privados, viabilizar obras, melhorar serviços e infraestrutura sem depender exclusivamente do que sobra nos cofres públicos. Em português claro: enquanto a administração tentava entregar uma chave, dois vereadores preferiram trancar a porta — e depois fingir que estavam protegendo a casa.

Murilo da Padaria: a segunda chance que virou voto de sabotagem
Murilo da Padaria chegou à Câmara neste ano depois da cassação de Cléia Soares. Uma segunda chance de ouro. A chance de mostrar que veio para trabalhar pelo município, não para fazer oposição de aluguel. E o que ele fez com essa oportunidade? Começou a carreira legislativa votando “não” a uma proposta que a própria gestão apresentava como caminho para mais investimentos.
Não foi voto técnico. Foi voto político. Foi o clássico cálculo de quem acha que prejudicar a prefeita vale mais do que não prejudicar o povo. Murilo, bem-vindo à vitrine: o primeiro voto de peso já está exposto.

Tereza do Social: o social que esqueceu o povo
Tereza do Social também não economizou no “não”. A mesma que carrega o “social” no nome preferiu se alinhar ao bloqueio. Se a preocupação fosse mesmo com o município, o mínimo seria abrir o debate, exigir ajustes, fiscalizar. Em vez disso, preferiu o caminho mais fácil: arquivar e ponto. Politicagem pura. A ideia de que “se é da prefeita, tem que ser contra” prevaleceu sobre qualquer cálculo de interesse coletivo.

A conta que sobra para o povo
Prefeito passa. Vereador passa. Mandato acaba. As consequências das decisões tomadas dentro da Câmara, porém, ficam. E aqui está o ponto que os dois parecem ter ignorado deliberadamente: ao barrar a ferramenta das PSPPs, não estavam apenas dificultando a vida da prefeita Elbe Brandão. Estavam fechando uma possibilidade real de o município buscar recursos e parceiros em um cenário de limitação financeira.

Elbe Brandão não é iniciante. Quatro legislaturas como deputada estadual, passagem pelo Governo de Minas e agora a Prefeitura. Experiência não falta. Pode-se gostar ou não dela — isso é democracia. O que não é democracia é transformar a Câmara em trincheira pessoal e achar que o povo não vai perceber quem realmente sai ferido no final.

Segundo a Prefeitura, o projeto previa mecanismos de planejamento, transparência e fiscalização. Não era cheque em branco. Era instrumento. Tereza e Murilo decidiram que nem isso o município merecia.

Agora a pergunta que importa não é “quem ganhou pontos na oposição”. A pergunta é simples e cruel:

Os vereadores barraram um projeto da prefeita ou fecharam uma porta que poderia beneficiar Nova Porteirinha?

Porque na política existe uma diferença abissal entre fazer oposição a uma gestão e fazer oposição ao próprio município.
E quem paga a conta dessa diferença, no final, não é a prefeita. Não é o Murilo. Não é a Tereza.
É o povo de Nova Porteirinha.

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