Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Operação da PF mira família dona da Saritur e de outras empresas de ônibus por fraudar R$ 735 milhões


Investigação da Polícia Federal apontou que os empresários da família criavam empresas e não recolhiam tributos

A Polícia Federal (PF) cumpre, na manhã desta terça-feira (6), 22 mandados de busca e apreensão (em 21 cidades da Grande BH) e um em Montes Claros, Norte de Minas Gerais) contra uma família que comanda serviço de transporte público no Estado* (SARITUR).

Batizada de Ponto Final, a operação apura fraude contra a Previdência Social e a ordem tributária que pode passar de R$ 735 milhões.

A garagem da empresa Saritur, localizada no bairro Jardim Montanhês, região Noroeste de Belo Horizonte, é um dos endereços onde a PF cumpre mandado. A empresa é a mesma que se envolveu na suspeita de compras de vacinas falsas contra a Covid-19, em 2021. A Itatiaia entrou em contato com a Satirur e aguarda retorno

A investigação da Polícia Federal apontou que os empresários da família criavam empresas e não recolhiam tributos. Os suspeitos se alternam nos quadros societários das empresas.

"Apesar da grande arrecadação do grupo econômico, não há êxito no recebimento dos impostos gerados pela atividade de serviço público, em razão da celebração, pelos investigados, com instituição financeira, de um contrato de cessão fiduciária de direitos creditórios, desviando-se, assim, a receita advinda da bilhetagem eletrônica da prestação do serviço publico de transporte coletivo, o que impede sua distribuição nas contas bancárias das concessionárias e inviabiliza medidas judiciais de bloqueio de dinheiro em contas", diz nota da PF.

Os sócios das empresas investigadas são integrantes da mesma família e "poderão responder pelos crimes de sonegação fiscal, de sonegação de contribuição previdenciária e de promover organização criminosa, cujas penas máximas somadas chegam a 18 anos de prisão".

'Ponto Final'
O nome da operação, ‘Ponto Final’, faz referência à última parada de veículo de transporte coletivo.

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