Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Diretoria do Fundajan faz renúncia coletiva e denuncia motivo


(Por Rodrigo Souza e Pablo de Melo) Confirmada, nesta quinta-feira (28), a renúncia coletiva da Diretoria do hospital Fundajan, entre eles o presidente João Donizetti Teago. A decisão coletiva foi direcionada por meio de ofício a Clésius Geraldo Freitas Menezes, presidente do Conselho Curador da Fundajan e foi registrada em cartório.

Em entrevista ao Webterra o ex-presidente João Donizetti fez um balanço do trabalho dele de março até agora.
“Assumimos em março a presidência, o hospital estava uma bagunça. Tinha funcionários que trabalhavam três horas por semana e recebia salário de R$ 6.000. Tiramos a má fama de que o hospital era mal pagador, quitamos dívidas, salários atrasados dos servidores, fizemos as demissões necessárias e organizamos as contas do hospital”, relata João.

João Donizetti falou sobre o trabalho desenvolvido pela equipe nesses nove meses de trabalho.
“Não trabalhamos para ninguém que não seja o povo, não somos políticos. A base do nosso trabalho sempre foi este, realizar um trabalho para as pessoas, pois sabemos o quanto elas carecem de saúde. O que entra de dinheiro dá para tocar do hospital numa boa”, conclui.
Ele ainda comentou sobre os motivos que levaram a direção a renúncia coletiva.

“O nosso trabalho despertou a raiva de muitas pessoas, até porque o hospital deixou de ser o que era antes, um local desorganizado que todo mundo fazia o que queria. Até que um certo dia o presidente curador chegou no hospital e pediu para que um dos nossos melhores funcionários que por sinal era voluntário se retirasse. Nós da direção nos sentimos desrespeitados pois em nenhum momento fomos consultados, a pessoa simplesmente só chegou e fez o que quis. Já não estávamos satisfeitos com outras coisas que estavam acontecendo e isso meio que foi a gota d´agua para que fizéssemos a renúncia”, finalizou.

Em entrevista ao jornalista Pablo de Melo na sexta-feira (22), João Teago afirmou que  a decisão a renúncia foi tomada por ele, o vice-presidente Danúbio Hudson Caloni dos Santos, o diretor-secretário Cláudio Henrique Diniz Castro, o diretor-secretário suplente José Gildásio Damasceno e a contadora Cristiane Soares Souza.

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