Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

Janaúba está entre as piores cidades para se envelhecer

O que Santos, no litoral, e São João da Boa Vista, na serra, têm em comum? Além de estarem situadas no Estado de São Paulo, são as cidades que oferecem melhor qualidade de vida para pessoas com mais de 60 anos de idade, segundo o recém-lançado Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), iniciativa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP).

Com metodologia inédita, ele analisa sete variáveis; Indicadores Gerais; Cuidados de Saúde; Bem-Estar; Finanças; Habitação; Educação/Trabalho e Cultura/Engajamento e mais de 60 indicadores de 498 cidades brasileiras de grande e pequeno portes, ponderando também o clima. O resultado chega a três rankings: um para o envelhecimento da população em geral; um para pessoas com idade entre 60 e 75 anos e um para aquelas acima de 75 anos.

“O IDL é mais do que apenas um ranking”, afirma Wesley Mendes-da-Silva, que coordenou a pesquisa na FGV/EAESP. “Trata-se de uma proposta de mudança de visão e atitude, implicando em políticas e práticas na promoção de um envelhecimento ativo”. O relatório, complementa Henrique Noya, diretor-executivo do Instituto, “vem ao encontro da nossa missão de apontar caminhos para que os brasileiros possam viver mais e melhor”.

“Se os adultos mais velhos são em número cada vez maior e habitam principalmente as cidades, mapear e entender o que influencia seu bem-estar nesses espaços é fundamental”, pondera Noya. “Há evidências de que os ambientes físico e social podem apoiar ou inibir a saúde, o engajamento, a produtividade e o propósito de vida perseguido pelas pessoas no curso de seu envelhecimento”, destaca Mendes-da-Silva.

Na seleção das melhores cidades para envelhecer, a FGV/EAESP encontrou algumas características comuns, tanto nas grandes quanto nas pequenas cidades: força econômica; certa abundância de serviços de saúde; estilo de vida ativo; e oportunidades de estímulo intelectual, além de relativa qualidade da estrutura de habitação, com índices de violência menores, se comparados às demais.

Ao identificar ambientes mais amigáveis aos idosos, assinala Mendes-da-Silva, o poder público pode tomar decisões suficientemente planejadas e assertivas com vistas a promoção e sustentação do padrão de qualidade de vida nas cidades brasileiras. “Em especial, espera-se que a crescente parcela de idosos no país alcance oportunidades de manter-se ativa e engajada, prolongando sua vida com elevados padrões de vitalidade e autoestima.”

No Estado de Minas Gerais 4 cidades com população entre 50 e 100 mil habitantes, estão entre as 50 melhores do Brasil como local para se envelhecer. Aparecem na lista Lavras, Alfenas e Itajubá, os 3 municípios no Sul de Minas, e Nova Lima, na região de Belo Horizonte. A lista foi feita pelo Instituto de Longevidade Mongeral em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e verificou a condição de 348 cidades com população entre 50 e 100 mil habitantes.

Em Minas, Lavras foi a cidade melhor colocada, com a 23ª posição no ranking, seguida de Alfenas (29ª), Itajubá (36ª) e Nova Lima (42ª). Já entre as cidades com pior classificação no levantamento estão: São Francisco na posição 264ª, Januária (216ª), Esmeraldas (195ª) e Janaúba (190ª). As 6 primeiras da lista são de São Paulo. A 1ª colocada é São João da Boa Vista. Para ter acesso ao estudo completo acesse o site do Instituto Mongeral/FGV através do endereço eletrônico : idl.institutomongeralaegon.org/cidades-pequenas

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