Varzelândia avança na saúde e prefeito Amâncio Oliva anuncia fase preparatória para construção do novo hospital

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A cidade de Varzelândia vive um momento histórico que simboliza esperança, progresso e compromisso com o bem-estar da população. A Prefeitura Municipal, por meio da administração “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, realizará neste dia 07 de março de 2026, às 15h, a Solenidade do Ato de Anúncio da Fase Preparatória do Novo Hospital de Varzelândia, um passo decisivo para fortalecer a estrutura da saúde pública no município. O evento acontecerá na Avenida Nossa Senhora da Guia, no Bairro Alto Flores, ao lado do CAPS Edvar Pereira da Silva, local escolhido para marcar simbolicamente o início de um projeto que representa um dos maiores investimentos estruturais na área da saúde já planejados para o município. Mais do que uma solenidade, o momento representa o início de uma nova etapa para a saúde de Varzelândia, com planejamento, responsabilidade administrativa e visão de futuro. A fase preparatória do novo hospital demonstra o empenho da atual gestão em construir s...

Janaúba está entre as piores cidades para se envelhecer

O que Santos, no litoral, e São João da Boa Vista, na serra, têm em comum? Além de estarem situadas no Estado de São Paulo, são as cidades que oferecem melhor qualidade de vida para pessoas com mais de 60 anos de idade, segundo o recém-lançado Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), iniciativa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP).

Com metodologia inédita, ele analisa sete variáveis; Indicadores Gerais; Cuidados de Saúde; Bem-Estar; Finanças; Habitação; Educação/Trabalho e Cultura/Engajamento e mais de 60 indicadores de 498 cidades brasileiras de grande e pequeno portes, ponderando também o clima. O resultado chega a três rankings: um para o envelhecimento da população em geral; um para pessoas com idade entre 60 e 75 anos e um para aquelas acima de 75 anos.

“O IDL é mais do que apenas um ranking”, afirma Wesley Mendes-da-Silva, que coordenou a pesquisa na FGV/EAESP. “Trata-se de uma proposta de mudança de visão e atitude, implicando em políticas e práticas na promoção de um envelhecimento ativo”. O relatório, complementa Henrique Noya, diretor-executivo do Instituto, “vem ao encontro da nossa missão de apontar caminhos para que os brasileiros possam viver mais e melhor”.

“Se os adultos mais velhos são em número cada vez maior e habitam principalmente as cidades, mapear e entender o que influencia seu bem-estar nesses espaços é fundamental”, pondera Noya. “Há evidências de que os ambientes físico e social podem apoiar ou inibir a saúde, o engajamento, a produtividade e o propósito de vida perseguido pelas pessoas no curso de seu envelhecimento”, destaca Mendes-da-Silva.

Na seleção das melhores cidades para envelhecer, a FGV/EAESP encontrou algumas características comuns, tanto nas grandes quanto nas pequenas cidades: força econômica; certa abundância de serviços de saúde; estilo de vida ativo; e oportunidades de estímulo intelectual, além de relativa qualidade da estrutura de habitação, com índices de violência menores, se comparados às demais.

Ao identificar ambientes mais amigáveis aos idosos, assinala Mendes-da-Silva, o poder público pode tomar decisões suficientemente planejadas e assertivas com vistas a promoção e sustentação do padrão de qualidade de vida nas cidades brasileiras. “Em especial, espera-se que a crescente parcela de idosos no país alcance oportunidades de manter-se ativa e engajada, prolongando sua vida com elevados padrões de vitalidade e autoestima.”

No Estado de Minas Gerais 4 cidades com população entre 50 e 100 mil habitantes, estão entre as 50 melhores do Brasil como local para se envelhecer. Aparecem na lista Lavras, Alfenas e Itajubá, os 3 municípios no Sul de Minas, e Nova Lima, na região de Belo Horizonte. A lista foi feita pelo Instituto de Longevidade Mongeral em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e verificou a condição de 348 cidades com população entre 50 e 100 mil habitantes.

Em Minas, Lavras foi a cidade melhor colocada, com a 23ª posição no ranking, seguida de Alfenas (29ª), Itajubá (36ª) e Nova Lima (42ª). Já entre as cidades com pior classificação no levantamento estão: São Francisco na posição 264ª, Januária (216ª), Esmeraldas (195ª) e Janaúba (190ª). As 6 primeiras da lista são de São Paulo. A 1ª colocada é São João da Boa Vista. Para ter acesso ao estudo completo acesse o site do Instituto Mongeral/FGV através do endereço eletrônico : idl.institutomongeralaegon.org/cidades-pequenas

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