Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

Imagem
O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Policial Civil foi morto por engano em comemoração eleitoral, diz PC

Antônio e Rafael são apontados como responsáveis
 por morte de policial civil (Foto: Michelly Oda/G1)

(G1) A Polícia Civil apresentou nesta quarta-feira (5) Antônio Carlos Teixeira Batista, de 25 anos, e Rafael Pereira Fonseca, de 26, que são apontados como os assassinos do investigador Fabrício Heron, morto em uma comemoração eleitoral em Cristália (MG) no domingo (2). Segundo as investigações, ele foi atingido por engano. As buscas começaram logo após o crime e terminaram nessa terça-feira (4), por volta das 21h30.

“Durante a comemoração da vitória ocorreu um desentendimento e o Rafael foi agredido por terceiros. Ele procurou pelo comparsa confundiu o policial civil com o agressor e determinou para que Antônio efetuasse disparos contra o investigador”, explica o delegado regional Jurandir Rodrigues. Os dois homens e o policial faziam parte do mesmo grupo político.

Jurandir Rodrigues destacou que os homens já haviam sido presos anteriormente por outros crimes, inclusive quando um deles era adolescente. Ambos confessaram o assassinato e disseram que estavam sob efeito de álcool e drogas. Antônio e Rafael afirmaram ainda que não sabiam que Fabrício era policial.

“Eles são comparsas e o Rafael tinha conhecimento de que o Antônio estaria armado. Por serem traficantes que atuam em Cristália se uniram para ceifar a vida do agressor, vindo a direcionar a ação contra o policial”.

Sobre o crime e as buscas
Fabrício Heron estava perto do carro dele quando foi atingido por um tiro no braço, que acabou acertando o tórax. Ele foi socorrido e morreu ao dar entrada em um hospital em Grão Mogol (MG). A PC acredita que os criminosos tenham atirado pelo menos três vezes. O agressor de Rafael Fonseca ainda não foi identificado, mas o delegado afirma que pelos depoimentos de testemunhas, ficou evidente que o policial não cometeu a agressão.

Assim que o crime aconteceu, pouco antes da meia noite, os dois homens fugiram no carro que é de um amigo deles, que está preso. O automóvel ficou sem combustível, foi abandonado a três quilômetros de Cristália e Antônio e Rafael fugiram para um matagal. Policiais das Delegacias Regionais de Montes Claros, Januária, Janaúba e Pirapora participaram das buscas, que foram feitas interruptamente até a noite dessa terça-feira (4).

“Devido ao cerco policial na região de mata fechada e montanhosa, inclusive com apoio aéreo, o autor Antônio se deslocou para a cidade e foi encontrado dentro de uma casa, embaixo de uma cama. Já no segundo dia de ação policial, o Rafael foi encontrado na mata fechada”, fala Jurandir.

Em relação a Antônio, a PC afirma que a casa onde ele foi encontrado pertence a conhecidos dele, que abandonaram o imóvel depois que ele chegou, já que sabiam que o crime havia ocorrido. Já Rafael, que foi detido por volta das 21h30 da terça, chegou a ter um mandado de prisão expedido pela Comarca de Grão Mogol, logo depois do assassinato.

Fabrício Heron tinha 37 anos e estava na Polícia Civil desde 2000, ele trabalhava em Montes Claros (MG) como investigador e examinador da banca do Detran. Fabrício era natural de Cristália, onde ainda moram seus familiares.

Punição rigorosa
O delegado Renato Nunes, chefe do 11º Departamento de Polícia Civil, afirmou que com a aprovação de uma lei recente, crimes desta natureza com policiais como vítimas, são punidos de forma ainda mais rigorosa. Apesar de apenas um deles ter atirado, ambos responderão por homicídio qualificado.

“É importante frisarmos que as pessoas estão banalizando a vida e não respeitam a polícia, recentemente há 15 dias, houve um homicídio de outro investigador. É preciso que passemos recado para quem se propõe a essa prática, a Polícia Civil está atenta e não vai tolerar esse tipo de ação. Vamos agir com rigor, como agimos neste caso”, ressaltou.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Em Janaúba, homem é baleado na cabeça em frente à própria casa; estado é grave

Bomba política em Jaíba! Doze anos após cassação, prefeito Jimmy Murça volta ao banco dos réus e pode perder o cargo novamente

Janaúba vive manhã de terror com homicídio a tiros em via movimentada