Nova Porteirinha: comunicamos o falecimento do senhor Alvino Nunes da Silva

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É com pesar que comunicamos o falecimento do senhor Alvino Nunes da Silva. A família comunica que o velório está acontecendo na comunidade Paraguaçu, zona rural de Nova Porteirinha. O sepultamento será neste domingo, 06 de setembro, às 17 horas, no Cemitério da Colonização II em Nova Porteirinha.

Em São João da Ponte, PC indicia padrasto por lesão corporal seguida de morte do enteado

Felício e a mulher brigavam com frequência,
disseram familiares e Conselho Tutelar
A Polícia Civil indiciou nesta quarta-feira (30) Felício Cordeiro, de 29 anos, por lesão corporal seguida de morte, do enteado de quatro meses. O crime aconteceu em São João da Ponte (MG), em 21 de setembro. A esposa dele, Michele Ribeiro, que chegou a ser presa e foi liberada no dia, não foi indiciada, porque o delegado Fernando Elias entendeu que não havia provas da participação dela. A mulher foi embora para a sua cidade natal, no Sul de Minas.
A PC chegou a conclusão de que o bebê foi morto após uma discussão do casal. O padrasto empurrou a mulher quando ela iria dar banho no menino, Michele se desequilibrou e a cabeça da criança bateu na parede. Apesar do exame do Instituto Médico Legal apontar que a criança tinha fissuras no ânus, o delegado descartou a hipótese de abuso sexual.
A Polícia foi chamada quando a médica, que fez o atendimento do bebê, teve informações de que o casal brigava constantemente e havia denúncias de maus-tratos. Ao informar aos pais da morte da criança, os dois fugiram do hospital.
O Conselho Tutelar da cidade e a família confirmaram que o relacionamento dos dois era conturbado e marcado por brigas constantes. Felício foi trabalhar no Sul de MG, conheceu Michele e a trouxe junto com o bebê, recém-nascido, para o Norte do estado.
"Recebemos uma denúncia de que ele havia queimado o bebê, fomos na casa e eles dois disseram que o menino havia levado uma picada de inseto, por isso ele fez uma mistura de farinha e colocou no local. Depois descobrimos que ele havia puxado a criança pelo pé e usou da mistura para esconder o lugar que havia ficado roxo. Recebemos informações também de que ele furava as bolhas da queimadura com agulhas, voltamos no local e eles negaram. Já encontramos a mulher com a testa inchada, com a boca cortada e com hematomas pelos braços, mas ela sempre inventava uma desculpa e dizia que havia se machucado", disse a conselheira tutelar, Luciene da Silva no dia do crime.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

Fonte: G1

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