Tragédia abala Várzea da Palma: irmãos morrem após carro ser destruído ao atingir árvore na BR-365

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O amanhecer deste domingo (7) foi marcado por uma das mais dolorosas tragédias registradas recentemente em Várzea da Palma. Um grave acidente na BR-365 tirou a vida de duas crianças da mesma família e deixou outras três pessoas feridas, transformando uma viagem em um cenário de desespero, tristeza e comoção. A tragédia aconteceu por volta das 6h30 da manhã, no km 121 da rodovia. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o veículo seguia pela BR-365 transportando cinco integrantes de uma mesma família quando, por razões ainda desconhecidas, o motorista perdeu o controle da direção e o automóvel saiu da pista, colidindo violentamente contra uma árvore às margens da estrada. O impacto foi devastador. Um adolescente de apenas 14 anos e uma menina de 10 anos morreram ainda no local. As equipes de resgate encontraram um cenário de destruição, onde os esforços dos socorristas já não puderam salvar as duas jovens vítimas. A cena comoveu até mesmo os profissionais acostumados a lidar com ocorr...

Governo de Minas descobre que tem dívida de R$ 1 bilhão

(Por CARLA KREEFFT) A auditoria nas contas do Estado iniciada após a posse do governador Fernando Pimentel (PT) detectou o “sumiço” de cerca de R$ 1 bilhão em dívidas, assumidas com empresas na gestão anterior e ainda não pagas, mas que não constam na previsão do orçamento. Conforme apurou a reportagem de O TEMPO, o balanço feito pela administração petista descobriu que na última semana do governo de Alberto Pinto Coelho (PP) foi feito o cancelamento de R$ 1,15 bilhão em empenhos. Na prática, o Estado assumiu o compromisso em obras, serviços, compras de materiais, mas, depois, suspendeu a ordem de pagamento.
Desse total, R$ 371 milhões foram suspensos pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e pelo Departamento de Estado de Obras Públicas (Deop). Além disso, R$ 240 milhões também foram cancelados na área da saúde e outros R$ 194 milhões no setor de segurança pública.
A hipótese levantada por gestores da atual administração para justificar o cancelamento do empenho junto a fornecedores seria uma tentativa do governo passado de driblar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Caso os empenhos não fossem suspensos, iriam entrar no orçamento deste ano como restos a pagar e teriam de ter recursos assegurados na peça orçamentária. A lei fiscal veda ao gestor público contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro de seu mandato ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte, sem que haja verba suficiente e disponível no caixa para o pagamento.
Ainda sem saber como solucionar o impasse, o governo do Estado irá conferir todos os cancelamentos para verificar se houve, ou não, efetivamente a despesa e, portanto, se existe débito ou não.
Segundo a Secretaria de Planejamento e Gestão, está sendo feito um detalhamento cuidadoso dos empenhos e despesas da gestão anterior para a conclusão do orçamento de 2015 e encaminhamento à Assembleia até a próxima semana.
Nos bastidores, os fornecedores do Estado já reclamam da falta de pagamentos e ameaçam recorrer à Justiça para assegurar seus recebimentos relativos a serviços prestados e vendas efetuadas no ano passado.

Negociação. Admitindo uma falta de solução para o problema, o governador Fernando Pimentel teria aberto uma negociação ou pelo menos uma conversa com os fornecedores. No fim do mês, o governo deverá apresentar um balanço geral das contas do Estado.


O Tempo

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