Prefeitura de Verdelândia fortalece o agronegócio ao apoiar grande leilão no Parque de Eventos Nerval Leite Flávio

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O agronegócio, um dos principais pilares da economia de Verdelândia, ganha mais um importante incentivo com o apoio da Prefeitura Municipal à realização do Leilão do Parque de Eventos Nerval Leite Flávio. A iniciativa, que conta com a organização da Ruralpel Leilões, reforça o compromisso da gestão do prefeito Wilton Madureira com o fortalecimento da pecuária e o desenvolvimento econômico do município. O evento será realizado no próximo dia 25 de julho, a partir das 13 horas, reunindo produtores rurais, pecuaristas, investidores e compradores de diversas regiões. O leilão acontecerá nos formatos presencial e virtual, ampliando o alcance das negociações e proporcionando mais oportunidades para o setor. Durante o leilão serão ofertados animais destinados à cria, recria e engorda, movimentando a cadeia produtiva da pecuária e estimulando novos negócios, geração de renda e valorização dos produtores rurais. O apoio da Prefeitura de Verdelândia evidencia a atenção da administração municipal...

Agricultor de Jaíba é indenizado após ter lavoura atingida por defensivo

(G1) O Tribunal de Justiça de Minas determinou que um agricultor de Jaíba (MG) receba R$ 167 mil por danos morais e materiais, por ter perdido parte da produção de aboboras e melancias, após a plantação dele ter sido atingida por um defensivo agrícola utilizado na lavoura de cana-de-açúcar de uma empresa.
Segundo TJMG, em abril de 2012, o agricultor plantou 10 hectares de abóbora e 4 hectares de melancia em um terreno localizado no projeto Jaíba. Em 8 de junho, um avião da empresa pulverizou a lavoura de cana com um defensivo, prejudicando vários produtores.
Ainda de acordo com o TJ, após a aplicação do defensivo, a produtividade da lavoura de melancia, que deveria ser de 50 toneladas por hectare, foi de apenas duas. Já a de abobora, que deveria ser de 20 toneladas, ficou em 19.
Os danos causados às culturas foram atestados em um laudo emitido por um engenheiro agrônomo. A empresa contestou o documento, afirmando que não havia provas de que a pulverização teria causado prejuízos ao agricultor, alegando também que a distância de segurança da lavoura dele, de 150 metros, foi respeitada.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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