Varzelândia avança na saúde e prefeito Amâncio Oliva anuncia fase preparatória para construção do novo hospital

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A cidade de Varzelândia vive um momento histórico que simboliza esperança, progresso e compromisso com o bem-estar da população. A Prefeitura Municipal, por meio da administração “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, realizará neste dia 07 de março de 2026, às 15h, a Solenidade do Ato de Anúncio da Fase Preparatória do Novo Hospital de Varzelândia, um passo decisivo para fortalecer a estrutura da saúde pública no município. O evento acontecerá na Avenida Nossa Senhora da Guia, no Bairro Alto Flores, ao lado do CAPS Edvar Pereira da Silva, local escolhido para marcar simbolicamente o início de um projeto que representa um dos maiores investimentos estruturais na área da saúde já planejados para o município. Mais do que uma solenidade, o momento representa o início de uma nova etapa para a saúde de Varzelândia, com planejamento, responsabilidade administrativa e visão de futuro. A fase preparatória do novo hospital demonstra o empenho da atual gestão em construir s...

MST ocupa terras no Alto Rio Pardo de Minas

Na madrugada de quarta-feira (29/08), cerca de 150 famílias de trabalhadores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) ocuparam a Fazenda Lajinha, na divisa dos municípios de Novorizonte e Fruta de Leite, Alto do Rio Pardo, Norte Sertanejo Minas Gerais.
A ocupação da Fazenda se deve a uma ação para a retomada das terras devolutas pertencentes ao Estado de Minas Gerais e que deveriam ser destinadas à reforma agrária, criação de parques ou recuperação de nascentes e vegetações. A região Alto Rio Pardo de Minas possui cerca de 420 mil hectares de terras de domínio público e foi recentemente alvo de investigação da Polícia Federal na chamada “Operação Grilo”.
Na região, ocorrem vários conflitos agrários e muitas famílias que ali nasceram e moram se sentem ameaçadas e são encurraladas pela ação do agronegócio para a produção do carvão. Muitas dessas empresas se envolvem em grilagem de terras, derrubam o cerrado e as nascentes para o plantio do eucalipto, criando grave problema social.

Inércia estatal
Tudo isso acontece com a conivência da Secretaria Estadual de Regularização Fundiária. O Estado entregou, durante vários anos, as terras para essas empresas e hoje, 40 anos depois, com contratos já vencidos, muitas dessas terras não foram devolvidas, em uma tentativa de grilagem de terras públicas, fazendo com que vários conflitos se arrastem por anos e anos, como os casos de Capão Muniz, em Rio Pardo de Minas, da Fazenda Cutica, em Novorizonte e Fruta de Leite, e ao redor do Vale das Cancelas, em Grão Mogol.
O MST reivindica que as terras sejam destinadas às famílias que ali nasceram e que vivem há muitos anos e não às empresas reflorestadoras que, na sua maioria, devastam as nascentes e destroem o cerrado. Outras informações pelos telefones (38) 9905-3747 ou (38) 9935-3915. Rio Pardo de Minas é uma cidade hoje jurisdicionada na Diocese de Janaúba, Província Eclesiástica de Montes Claros.



Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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