Varzelândia avança na habitação e conquista 42 casas populares para realizar o sonho da moradia própria de famílias da cidade e de Campo Redondo

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A Prefeitura de Varzelândia garante mais uma importante conquista para a população: são 22 unidades habitacionais destinadas à sede do município e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, ampliando as oportunidades de acesso à moradia digna. Varzelândia, no Norte de Minas, continua avançando e acumulando conquistas que representam mais desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para sua população. A administração municipal “Do Povo Para o Povo”, liderada pelo prefeito Amâncio Oliva, celebra mais um importante resultado na área habitacional: a conquista de 42 casas populares por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, ampliando as perspectivas de acesso à moradia própria para dezenas de famílias do município. Das 42 unidades habitacionais conquistadas, 22 serão destinadas à cidade de Varzelândia e outras 20 ao distrito de Campo Redondo, demonstrando a atenção da gestão municipal tanto à sede quanto às comunidades do interior. A conquista representa mais um avanço da administração do...

Mulher que não pode engravidar devido a erro médico recebe indenização de R$ 15 mil no Norte de Minas


Uma esteticista de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, receberá uma indenização por danos morais no valor de R$ 15 mil. A decisão é da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e é referente a um erro médico que a esteticista sofreu. Conforme o processo, uma ginecologista e um hospital da cidade foram negligentes e retiraram, de forma precipitada, o ovário da paciente, que ficou incapacitada de ter filhos.
No dia 4 de abril de 2003, a esteticista procurou a médica, pois seu ciclo menstrual estava irregular e ela sentia fortes dores abdominais. Após exames, a médica constatou que a esteticista tinha gravidez tubular e equitópica, o que a obrigava a submeter-se a uma cirurgia urgente. Com o diagnóstico, o procedimento foi realizado no dia seguinte e, no dia 16, foi concluída a biópsia do material, que detectou a presença de cistos foliculares ovarianos.
No dia 18 de maio, a esteticista consultou outra médica, que pediu novo exame de ultrassom. O segundo exame constatou que houve a retirada do ovário da mulher.  Indignada, a esteticista ajuizou ação contra a médica e o hospital, que argumentaram ter adotado o melhor procedimento para o caso. Assim, o juiz aceitou a tese da defesa e não acatou o pedido de indenização feito pela paciente.
Apesar do resultado negativo, a esteticista não desistiu e recorreu ao Tribunal. A turma julgadora, formada pelos desembargadores Alvimar de Ávila, relator, Saldanha da Fonseca e Domingos Coelho, modificou a sentença sob o fundamento de que a perda da fertilidade poderia facilmente ter sido evitada, casos os médicos não tivessem atuado com negligência e não tivessem retirado o ovário de forma precipitada.


Pablo de Melo
pablo-labs@hotmail.com

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