Coração de Jesus no centro do escândalo: viúva de ex-prefeito é condenada a devolver quase R$ 400 mil por obras fantasmas

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Pedro Magalhães era advogado e morreu vítima de um infarto em 2018. Coração de Jesus, no Norte de Minas, volta a ocupar as manchetes de forma negativa após uma decisão contundente do Tribunal de Contas da União (TCU). A viúva do ex-prefeito Pedro Magalhães Araújo Neto, que comandou o Executivo municipal entre 2013 e 2016, foi condenada a ressarcir R$ 390,3 mil aos cofres públicos e a pagar multa de R$ 20 mil, em razão de obras habitacionais pagas, mas não concluídas durante a gestão do ex-chefe do Executivo. A decisão, proferida na segunda-feira (27), manteve integralmente a condenação aplicada ao então prefeito e negou recurso apresentado pela viúva, que responde no processo como representante legal do espólio. O caso expõe um grave prejuízo ao erário e reacende o debate sobre a responsabilidade na aplicação de recursos públicos em Coração de Jesus. De acordo com o TCU, o ressarcimento será feito de forma solidária com a empresa contratada à época para execução das obras, a T J Serviç...

Serranópolis de Minas em choque: vereador é cassado por acusações graves de desvio e apropriação de recursos públicos


A política de Serranópolis de Minas, no Norte de Minas Gerais, foi sacudida por um episódio de forte repercussão nesta quinta-feira, 29 de janeiro. Em uma sessão especial realizada na Câmara de Vereadores, foi decretada a cassação do mandato do vereador Edirson Pereira Damasceno, conhecido no município como Pereira Despachante, em meio a denúncias consideradas graves pelo Legislativo.

A votação foi contundente: 7 vereadores votaram a favor da cassação e apenas 1 foi contra, selando a perda do mandato. O processo analisava três acusações, todas relacionadas a possíveis irregularidades em uma contratação de serviços de reforma da sede da Câmara Municipal de Serranópolis de Minas.

Entre as denúncias estavam a apropriação de valores do numerário da Câmara, o desvio de recursos públicos por meio de superfaturamento da mão de obra e ainda a utilização de materiais inferiores aos especificados em contrato, em desacordo com as exigências técnicas previstas.

Após a análise do relatório e das provas apresentadas, os vereadores entenderam que, em duas das três acusações, ficou caracterizada a culpa do parlamentar. Diante disso, a maioria decidiu pela cassação do mandato, em uma sessão marcada por clima tenso, expectativa e atenção da população.

O resultado evidenciou a posição da Câmara: sete parlamentares consideraram que as irregularidades feriram os princípios da ética, da moralidade e do respeito ao dinheiro público, enquanto apenas um vereador se posicionou contra a cassação.

A decisão foi tomada no âmbito da Câmara Municipal de Serranópolis de Minas, mas ainda cabe recurso na esfera judicial, o que pode levar o caso a novos desdobramentos.

O episódio coloca Serranópolis de Minas no centro das atenções e reacende o debate sobre fiscalização, transparência e responsabilidade na gestão dos recursos públicos, temas que seguem sendo cobrados de perto pela população.

Informações José Ambrósio Prates

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