Janaúba: comunicamos o falecimento da senhora Maria Isabel de Lima

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É com pesar que comunicamos o falecimento da senhora Maria Isabel de Lima. A família comunica que o velório será na residência situada na Rua Barão do Rio Branco, N 742, bairro Padre Eustáquio em Janaúba, a partir das 21 horas deste sábado (17). O sepultamento será no domingo, 18 de janeiro, em horário a ser definido, no Cemitério Campo da Paz, bairro São Lucas em Janaúba.

Médicos pedem socorro para hospital de Janaúba


(Por Girleno Alencar) Os médicos do Hospital Regional de Janaúba divulgaram uma carta aberta à população, na qual denunciam a precariedade do hospital. Eles salientam que “essa carta é um desabafo e um pedido de socorro do corpo clínico do HRJ, que luta diariamente a favor da vida, mesmo frente a inúmeros obstáculos”. A unidade é referência microrregional para 15 municípios e mensalmente são realizadas mais de 3.000 consultas no Pronto Socorro, além de centenas de internações e procedimentos cirúrgicos. Eles denunciam que “trabalhamos no limite, oferecendo o que temos de melhor, mesmo em condições não tão favoráveis. Faltam medicamentos, exames básicos e uma infraestrutura que nos permitam trabalhar com toda excelência que a população merece”.

Citam que “medicamentos básicos, como antibióticos, estão ausentes em nossa farmácia, muitas vezes obrigando-nos a substituir por outros que não possuem a mesma eficácia. Faltam equipamentos essenciais ao bom funcionamento do hospital, como um tomógrafo para realização de tomografias diversas. Respiradores mecânicos estão sucateados e em números insuficientes para atender as emergências. Os pacientes se acumulam nos corredores do Pronto Socorro por falta de leitos nas enfermarias e CTI. Já faltou alimento dentro do HRJ. A escassez de recursos humanos, materiais e de estrutura leva a priorização de atendimentos, com o objetivo de salvar aqueles com maior risco de morte”.

Muitos médicos já deixaram o Hospital Regional de Janaúba e as escalas médicas estão em aberto, muitas vezes com apenas um profissional trabalhando no Pronto Socorro, embora um mínimo de 2 médicos sejam necessários para atendimento ao público. “Somem a tudo isso que foi dito, um salário atrasado em mais de 120 (cento e vinte) dias, sem perspectivas de melhora, com tendência a piora. Acordos que foram realizados, não são cumpridos pelo Hospital Regional e Secretaria de Saúde. Tem se tornado inviável manter um vínculo com o hospital, já que temos contas a pagar, compromissos financeiros e outros tantos planos, como qualquer outra pessoa”. Eles salientam que sempre convivemos com críticas, queixas, reclamações, denúncias e até agressões.

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