Janaúba: comunicamos o falecimento do senhor Sebastião Martins Pereira

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É com pesar que comunicamos o falecimento do senhor Sebastião Martins Pereira. A família comunica que o velório está acontecendo no Memorial da Funerária Bom Pastor. O sepultamento será nesta quarta-feira, 03 de junho, às 17 horas, no Cemitério Campo da Paz, bairro São Lucas em Janaúba.

Médicos pedem socorro para hospital de Janaúba


(Por Girleno Alencar) Os médicos do Hospital Regional de Janaúba divulgaram uma carta aberta à população, na qual denunciam a precariedade do hospital. Eles salientam que “essa carta é um desabafo e um pedido de socorro do corpo clínico do HRJ, que luta diariamente a favor da vida, mesmo frente a inúmeros obstáculos”. A unidade é referência microrregional para 15 municípios e mensalmente são realizadas mais de 3.000 consultas no Pronto Socorro, além de centenas de internações e procedimentos cirúrgicos. Eles denunciam que “trabalhamos no limite, oferecendo o que temos de melhor, mesmo em condições não tão favoráveis. Faltam medicamentos, exames básicos e uma infraestrutura que nos permitam trabalhar com toda excelência que a população merece”.

Citam que “medicamentos básicos, como antibióticos, estão ausentes em nossa farmácia, muitas vezes obrigando-nos a substituir por outros que não possuem a mesma eficácia. Faltam equipamentos essenciais ao bom funcionamento do hospital, como um tomógrafo para realização de tomografias diversas. Respiradores mecânicos estão sucateados e em números insuficientes para atender as emergências. Os pacientes se acumulam nos corredores do Pronto Socorro por falta de leitos nas enfermarias e CTI. Já faltou alimento dentro do HRJ. A escassez de recursos humanos, materiais e de estrutura leva a priorização de atendimentos, com o objetivo de salvar aqueles com maior risco de morte”.

Muitos médicos já deixaram o Hospital Regional de Janaúba e as escalas médicas estão em aberto, muitas vezes com apenas um profissional trabalhando no Pronto Socorro, embora um mínimo de 2 médicos sejam necessários para atendimento ao público. “Somem a tudo isso que foi dito, um salário atrasado em mais de 120 (cento e vinte) dias, sem perspectivas de melhora, com tendência a piora. Acordos que foram realizados, não são cumpridos pelo Hospital Regional e Secretaria de Saúde. Tem se tornado inviável manter um vínculo com o hospital, já que temos contas a pagar, compromissos financeiros e outros tantos planos, como qualquer outra pessoa”. Eles salientam que sempre convivemos com críticas, queixas, reclamações, denúncias e até agressões.

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