Tecnologia a serviço da vida: Serranópolis de Minas avança no combate ao Aedes aegypti

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A Prefeitura de Serranópolis de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, deu mais um passo firme e inovador na proteção da saúde pública ao realizar, nesta segunda-feira (12/01), o segundo mapeamento aéreo com uso de drones para identificar focos do Aedes aegypti, vetor da dengue, zika e chikungunya. A iniciativa integra a política de prevenção e vigilância da Administração Construindo o Presente para Transformar o Futuro, liderada pelo prefeito Marcão (PT), e demonstra como o município vem aliando tecnologia, planejamento e cuidado com as pessoas para enfrentar desafios históricos da saúde coletiva. Olhar estratégico do alto, ação efetiva no chão Com o apoio dos drones, as equipes técnicas conseguem mapear áreas de difícil acesso, identificar possíveis criadouros e traçar rotas de atuação mais precisas e eficientes. A partir dos dados coletados, os agentes de endemias iniciam imediatamente o tratamento e a eliminação dos focos, utilizando larvicidas seguros, que respeitam o m...

Justiça concede liberdade para médico investigado por cobrar por procedimentos realizados pelo SUS em Janaúba

(G1) O médico preso preventivamente em Janaúba (MG), na sexta-feira (13), conseguiu na Justiça decisão favorável para o pedido de habeas corpus. O médico é suspeito, segundo o Ministério Público, de cobrar da população por procedimentos do SUS. Segundo a defesa do suspeito, o médico, que atua como clínico e cirurgião geral, retornará às suas funções imediatamente; o alvará de soltura do suspeito foi expedido nesse domingo (15).

O G1 não conseguiu posicionamento sobre as investigações com a Fundação de Assistência Social de Janaúba (Fundajan) e Hospital Regional, onde o médico atua. O Ministério Público também foi procurado, mas não se posicionou sobre o habeas corpus do suspeito até a publicação desta matéria.

Entenda o caso
O médico foi preso durante a operação Hipócrates, que apura possíveis cobranças por procedimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com as investigações, o médico solicitou pagamento dos pacientes duas vezes em 2013, uma em 2015 e outras duas em 2018.

As cobranças, descobertas pelo MP, foram para cirurgias custeadas pelo SUS; o MP não informou qual era o tipo de cirurgia e o valor cobrado pelo médico. Além do mandado de prisão preventiva do médico, foram cumpridos também mandados de busca e apreensão na clínica e na residência dele.

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