Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

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Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Mãe é condenada a mais de 25 anos de prisão por tortura e morte da filha em Bocaiuva

Geovana Gabriela tinha sete anos

A Justiça de Bocaiuva, no Norte de Minas Gerais, sentenciou na noite de sexta-feira (23/02/2018) a condenação da réu Jennifer Michelle Fonseca a 25 anos, 3 meses e um dia de prisão pelo assassinato e tortura da filha, morta em outubro de 2016.

O júri popular começou por volta das 9h e a sentença foi anunciada às 23h30. Jennifer já estava presa desde a época do crime, quando foi detida em flagrante e teve pedido de prisão domiciliar negado.

Entenda o caso

Geovana Gabriela Fonseca Meneses, de sete anos, foi encontrada morta dentro de uma casa no Bairro Pernambuco. No dia do crime, Jennifer disse que a filha tinha o hábito de se machucar e contou que a criança havia ingerido água do vaso sanitário, e por isso teria dado remédio para ela. A menina apresentava feridas pelo corpo e uma lesão no pulso. A mãe e o padrasto, de 28, foram conduzidos para a delegacia e autuados em flagrante.

Dois dias após o crime, o laudo do exame feito no corpo da criança apontou que a causa da morte foi por um traumatismo cranioencefálico, com hemorragia cerebral. Em depoimento, o padrasto afirmou que as agressões aconteciam todos os dias e se defendeu dizendo que nunca interveio por não ser o pai da criança.

O padrasto de Geovana aguarda o julgamento em liberdade. Ele é acusado de ter participação na morte da menina.

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