Prefeitura de Varzelândia celebra 63 anos de emancipação política com orgulho e visão de futuro

Imagem
Varzelândia amanheceu em clima de celebração nesta terça-feira, 03 de março. O município comemorou 63 anos de emancipação política, reafirmando sua trajetória marcada por tradição, resistência e desenvolvimento. Sob a liderança do prefeito Amâncio Oliva, a gestão Administração Do Povo Para o Povo destacou a importância da data não apenas como um marco histórico, mas como um momento de reconhecimento à força do seu povo e à identidade construída ao longo de mais de seis décadas. Uma história escrita pelo trabalho e pela fé Varzelândia tem sua história entrelaçada à força do trabalhador rural, à cultura vibrante das comunidades e ao espírito acolhedor que define cada varzelandense. São 63 anos de construção coletiva, onde cada geração contribuiu para transformar desafios em conquistas. Da produção no campo ao fortalecimento do comércio local, da tradição religiosa às manifestações culturais que mantêm vivas as raízes do município, Varzelândia se consolidou como símbolo de perseverança e ...

Vereadores rejeitam veto que retornou redução salarial em Francisco Sá

Vereadores derrubaram o veto em reunião
extraordinária

(G1) A novela acerca do salário dos vereadores de Francisco Sá, no Norte de Minas, ganhou mais um capítulo. Eles se reuniram em uma extraordinária nesta quinta-feira (29) e derrubaram, por sete votos a dois, o veto do prefeito municipal, Denilson Silveira (PMDB), que foi contra a revogação da lei que reduzia o salário do Legislativo no município.

Após a votação desta quinta-feira, segundo a secretaria da Câmara, o prefeito é comunicado sobre a derrubada do veto e tem 48 horas para promulgar a lei que retorna o salário a R$ 6.891. Caso não seja promulgado pelo prefeito, após este prazo o presidente da Câmara pode promulgar com autorização da assessoria jurídica da Casa.

Veto

O parecer do prefeito foi protocolado na Câmara Municipal no dia 27 deste mês. No documento ele alega que a revogação contraria o interesse público de economia e ajuste de custos, diante do cenário financeiro em que o país atravessa. Outro ponto defendido pelo gestor municipal é o regimento interno da Câmara, que impede que os vereadores legislem em causa própria.

Segundo informações de um dos vereadores, agora o prefeito tem 48 horas para sancionar a lei. O vereador Oldak Junior (PR) diz que o regime interno da Casa afirma que, quando o veto chega à Câmara, o presidente tem 30 dias para apreciar o veto e ainda escalar comissão para dar parecer sobre o mesmo; isso não foi feito e automaticamente o veto foi votado nesta quinta-feira.

“Não votei. Estava na sessão, mas acredito que houve desrespeito ao regimento da Casa. Os vereadores eleitos votaram e estão revogando uma lei que automaticamente beneficia eles. Pedi fala para questionar e discorrer sobre os motivos do veto, mas não fui atendido”, diz o vereador.

O presidente da Câmara, Charles Daniel Martins Fernandes (PMDB), afirma que colocou o veto em votação nesta quinta-feira em respeito aos vereadores. “Em conversa com o jurídico da Câmara fui informado que poderia colocar em votação. Eu sou o autor do projeto que propôs a redução dos salários dos vereadores, mas já não aguentava mais esta discussão. Agora, alguns vereadores entrarão na Justiça para que o valor seja reduzido. Então espero que a Justiça decida”.

Entenda o caso

Em setembro deste ano, antes das eleições municipais, a Câmara aprovou o projeto que determinou a redução salarial dos vereadores. O salário, que era de R$ 6.891, foi reduzido para R$ 2.200, um corte de 68%.

Porém, no dia 5 deste mês, os vereadores, em primeira reunião, derrubaram a lei que determinou a redução. Seis vereadores foram a favor da revogação e quatro pretendiam a permanência da redução salarial.

Em nova votação, quatro dias depois, os vereadores voltaram a derrubar a redução salarial e a revogação da lei seguiu para o sanção do prefeito municipal. Os vereadores alegaram que o projeto de redução salarial teria vícios que o torna inconstitucional.

O documento apresentado na última terça-feira, o prefeito vetou a votação da Câmara determinando, assim, que o salário para os novos legisladores fossem reduzidos a R$ 2.200, valor aprovado na primeira votação.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Em Janaúba, homem é baleado na cabeça em frente à própria casa; estado é grave

Bomba política em Jaíba! Doze anos após cassação, prefeito Jimmy Murça volta ao banco dos réus e pode perder o cargo novamente

Vídeo: tragédia em Porteirinha; disputa por herança resulta em tio assassinado por sobrinho em Tocandira