Democracia, representatividade e inclusão marcam nova fase das políticas quilombolas em Varzelândia

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Em Varzelândia, a gestão Do Povo Para o Povo vem consolidando uma nova forma de governar: mais participativa, inclusiva e alinhada com as demandas históricas das comunidades tradicionais. Um exemplo recente desse avanço foi o reconhecimento institucional ao processo eleitoral da Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos, realizado no último domingo, 19 de abril de 2026. A Secretaria Municipal de Políticas Quilombolas e Povos Tradicionais, sob a condução do secretário Francisco Charles Viríssimo da Silva, destacou o caráter democrático, transparente e respeitoso da eleição, que resultou na escolha da Chapa 1, liderada por Robeito e Sara, para a presidência da associação. O órgão também fez questão de reconhecer o papel da Chapa 2, representada por Samay e Eliton, ressaltando a importância da postura ética e do espírito democrático durante todo o processo. Mais do que um ato formal, o posicionamento da Prefeitura evidencia uma gestão que compreende a relevância do protagonismo comunitá...

Aplicativo criado em Montes Claros permite que eleitor ajude no combate à corrupção

(G1) Um aplicativo criado pela Ordem dos Advogados Brasil em Montes Claros (MG) pretende ajudar os eleitores a denunciar condutas ilegais de candidatos às eleições. A ferramenta gratuita, denominada OAB Caixa 2, permite que o usuário anexe áudios, fotos e vídeos como provas. As informações podem ser repassadas de forma anônima.
O aplicativo foi idealizado por Hebert Alcântara, que é advogado e vice-presidente da OAB na cidade. “A intenção é permitir que o cidadão participe de forma mais efetiva no processo eleitoral”, explica. A ferramenta, que levou quatro meses para ser desenvolvida e está disponível para os sistemas Android e IOS, deve ser utilizada em mais cinco estados, RJ, ES, RN, GO e PR.
Hebert Alcântara destaca que os usuários precisam usar o aplicativo com responsabilidade, já que em casos nos quais forem repassadas falsas informações com a intenção de prejudicar os candidatos, pode haver punição legal com base no crime de denunciação caluniosa.
“Para garantir uma análise criteriosa e responsável, as denúncias serão enviadas para a Ouvidoria da OAB de Minas Gerais. Até mesmo porque, dessa forma, há maiores garantia de que as informações não vazarão e não terão vínculo com os candidatos denunciados”, diz Hebert Alcântara. Depois da análise da Ouvidoria, caso as denúncias sejam verdadeiras, elas serão encaminhadas para os órgãos de fiscalização.
O diretor executivo da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene, que reúne 75 municípios, diz que recebe inúmeras denúncias de condutas irregulares do candidatos às eleições e ocupantes dos cargos públicos.
“A gente orienta que procurem os órgãos de controle, principalmente o Ministério Público, para que possam denunciar e, de fato se a situação fora verídica, contribuir com o processo e moralização. O aplicativo contribui para o processo de transparência e moralização”, diz.
“Com esse aplicativo, o cidadão vai contribuir com eleições limpas e transparentes, dependendo do nosso papel podemos dar uma contribuição para a democracia”, afirma Sônia Gomes, do Comitê de Combate à Corrupção da Arquidiocese de Montes Claros.

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