Democracia, representatividade e inclusão marcam nova fase das políticas quilombolas em Varzelândia

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Em Varzelândia, a gestão Do Povo Para o Povo vem consolidando uma nova forma de governar: mais participativa, inclusiva e alinhada com as demandas históricas das comunidades tradicionais. Um exemplo recente desse avanço foi o reconhecimento institucional ao processo eleitoral da Associação Quilombola de Brejo dos Crioulos, realizado no último domingo, 19 de abril de 2026. A Secretaria Municipal de Políticas Quilombolas e Povos Tradicionais, sob a condução do secretário Francisco Charles Viríssimo da Silva, destacou o caráter democrático, transparente e respeitoso da eleição, que resultou na escolha da Chapa 1, liderada por Robeito e Sara, para a presidência da associação. O órgão também fez questão de reconhecer o papel da Chapa 2, representada por Samay e Eliton, ressaltando a importância da postura ética e do espírito democrático durante todo o processo. Mais do que um ato formal, o posicionamento da Prefeitura evidencia uma gestão que compreende a relevância do protagonismo comunitá...

Técnica contábil é presa suspeita de golpe de R$ 130 mil em empresas no Norte de Minas

Cecília Dias Cardoso foi presa
suspeita de aplicar golpe em empresas.
(R7) Uma técnica contábil foi presa nesta sexta-feira (16) por estelionato durante uma operação da Polícia Civil em Francisco Sá, no norte de Minas Gerais. Cecília Dias Cardoso, de 45 anos, é suspeita de utilizar dados de empresas para criar falsos vínculos trabalhistas para pessoas que, posteriormente, recebiam o auxílio desemprego e o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) sem terem trabalhado.
Ainda conforme as investigações, Cecília teria simulado, inclusive, a sua própria contratação como empregada de algumas das empresas que atendia no escritório de contabilidade, para também ter acesso aos benefícios, indevidamente.
Ela também teria se apropriado indevidamente de valores que os contratantes a repassavam para pagamento do FGTS de seus empregados. Para isso, ela falsificava códigos de barras, gerando comprovantes de pagamentos que não ocorreram. A estimativa é de Cecília tenha chegado a lucrar cerca de R$ 130.000,00 com os golpes.
De acordo com a Polícia Civil, a prisão da mulher é resultado de uma investigação realizada nos últimos seis meses. Diante dos indícios de estelionato, as delegadas Maria Angélica Prado, titular da Delegacia de Grão Mogol, e Áurea Alessandra Pereira, da Delegacia de Francisco Sá, pediram a prisão preventiva da suspeita, que foi cumprido nesta sexta.
Além da prisão, os policiais civis também apreenderam computadores, pen drives, DVDs e CDs, carteiras de trabalho, livros de controle de empregados e demais materiais que comprovaram a fraude que vinha sendo aplicada pela técnica contábil contra empresas que contratavam seus serviços.

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